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27 maio 2011

Vice-prefeito de Campinas é preso ao desembarcar em São Paulo

Vice-prefeito de Campinas é preso ao desembarcar em Campinas

Vice-prefeito de Campinas é preso ao desembarcar em Campinas (AYRTON VIGNOLA/AGÊNCIA ESTADO/AE)

O vice-prefeito de Campinas, Demétrio Vilagra (PT), foi preso hoje às 19h01, ao desembarcar no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Vilagra é suspeito de ser beneficiário de esquema de corrupção na prefeitura da cidade e estava em viagem na Espanha. "Estou à disposição da Justiça", declarou.

O acusado foi levado ao 2º Distrito Policial de Campinas, onde outros envolvidos no caso estão presos. De acordo com policiais que aguardavam Vilagra no aeroporto, não foi necessário algemar o vice-prefeito, já que não havia risco de fuga.

Na tarde de hoje, o juiz da 3a. Vara Criminal Nelson Bernardes garantiu que não fez acordo algum com advogados para evitar as algemas. "A Justiça não faz acordos. Ele será algemado se oferecer resistência ou tentar fugir", disse o juiz. Com a declaração, o juiz pretendeu esclarecer os rumores de que o vice-prefeito teria privilégio por ter um cargo político.

A prisão de Demétrio Vilagra faz parte dos 20 pedidos de prisão preventiva feitos em razão de uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil em Campinas. As investigações apuram um suposto esquema de fraude em licitações de contratos de serviços de empresas terceirizadas da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa). Estariam envolvidos, além de agentes públicos e empresários, a primeira-dama. O prefeito Hélio de Oliveira Santos, o Dr. Hélio (PDT), nega as acusações de irregularidades em sua gestão.

Na terça-feira, o advogado de dois empresários apontados como participantes do esquema revelou que seus clientes eram obrigados a pagar quantias mensais a servidores municipais.

(Com Agência Estado)

24 maio 2011

São Paulo, enfim, assina acordo com a Globo

Juvenal Juvêncio, presidente do SPFC

Juvenal Juvêncio está no seu terceiro mandato como presidente do São Paulo (Reprodução)

O São Paulo finalmente assinou contrato com a TV Globo pelos direitos de transmissão das edições de 2012 a 2015 do Campeonato Brasileiro. O acordo foi firmado nesta terça-feira, em reunião que contou com o empresário Roberto Justus, conselheiro da presidência. “Fiquei feliz em contribuir com a minha experiência de anos de atuação nesse ramo, colocando-a em favor do São Paulo”, disse Justus ao site do clube.

O empresário atuou nos últimos meses como representante designado pelo presidente do clube, Juvenal Juvêncio, até chegar a um consenso sobre as condições e as cláusulas dos contratos. 'A Globo é uma parceira histórica do futebol brasileiro. A possibilidade de estender essa parceria por mais quatro anos é, para o São Paulo Futebol Clube, motivo de enorme satisfação. Estamos muito contentes com o grande resultado obtido nas negociações', declarou Juvenal.Com o acerto do São Paulo, todos os principais clubes da primeira divisão já fecharam acordo com a emissora carioca.

22 maio 2011

S�o Paulo � a 6� cidade em n�mero de bilion�rios

S?o Paulo ? a sexta cidade com mais bilion?rios no mundo, superando cidades como T?quio e Los Angeles, segundo a revista "Forbes".

De acordo com o levantamento, S?o Paulo tem 21 bilion?rios (como Ant?nio Erm?rio de Moraes e Abilio Diniz), que, juntos, acumulam um patrim?nio de US$ 85 bilh?es --mais que o dobro de todos os bens e servi?os produzidos no Uruguai no ano passado, por exemplo.

Pelos crit?rios da revista, o Rio de Janeiro aparece a seguir, com tr?s (entre eles Eike Batista, a pessoa mais rica do pa?s), e Londres abriga dois bilion?rios brasileiros.

No ano passado, S?o Paulo aparecia com 14 bilion?rios no ranking da "Forbes", com uma fortuna somada de US$ 58 bilh?es.

Apesar da expans?o de 45% no patrim?nio de 2010 para c?, a cidade n?o ? a l?der na Am?rica Latina nesse crit?rio.

Mesmo contando com 12 bilion?rios menos que S?o Paulo, as pessoas mais ricas da Cidade do M?xico t?m uma fortuna de US$ 122 bilh?es --mais da metade desse dinheiro vem do empres?rio Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, com US$ 74 bilh?es.

J? Rio, Santiago e Buenos Aires est?o bem atr?s.

No total, 30 brasileiros apareceram na lista deste ano da "Forbes", 12 a mais que em 2010, com patrim?nio de US$ 131 bilh?es.

OUTRAS CIDADES

Apesar de EUA e China serem os pa?ses com mais bilion?rios, ? a russa Moscou que lidera no total: s?o 79 pessoas com pelo menos US$ 1 bilh?o, 20 a mais que Nova York, segunda colocada.

O patrim?nio dos bilion?rios russos foi alavancado neste ano com a valoriza??o das commodities (como petr?leo e g?s natural), parte importante do seu portf?lio.

Mesmo que muitos desses russos passem boa parte do ano em cidades como Nova York ou Londres (caso, por exemplo, de Roman Abramovich, dono do clube de futebol Chelsea), a "Forbes" disse ter usado o crit?rio da "resid?ncia prim?ria" --a regra vale para todos os bilion?rios da lista.

Os Estados Unidos t?m 4 cidades entre as 15 com mais bilion?rios, enquanto a China conta com 3. Outras cidades de pa?ses emergentes tamb?m aparecem no topo da lista, como Mumbai, na ?ndia, e Istambul, na Turquia.

O mais recente levantamento da "Forbes" apontou 1.210 pessoas com fortuna superior a US$ 1 bilh?o. Juntas, elas t?m US$ 4,5 trilh?es, ou mais que o dobro do PIB brasileiro no ano passado.

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21 maio 2011

São Paulo está em sexto lugar entre as cidades com o maior número de bilionários no mundo, informa revista

 

Vista aérea da cidade de São Paulo (Raul Junior)


Na última terça-feira, 17, São Paulo foi condecorada com um título primoroso: figura na sexta posição da lista de cidades com o maior número de bilionários no mundo. São 21 magnatas paulistanos, informa o ranking divulgado pela revista americana Forbes. O número é idêntico em Mumbai, na Índia, o que obriga a capital paulista a dividir o mérito. A diferença é que os bilionários de São Paulo têm patrimônio estimado em 85 bilhões de dólares, enquanto a fortuna dos 21 indianos soma107 bilhões de dólares.


A lista coloca a cidade brasileira à frente de megalópoles como Los Angeles, na Califórnia, que aparece em oitavo lugar, Pequim, que também aparece em oitavo, e San Francisco, que aparece em 11º. O ponto do globo em que é mais provável esbarrar num bilionário, contudo, fica na Rússia: com 79 bilionários, Moscou empurrou Nova York e seus 59 magnatas para o segundo lugar. A ex-capital do comunismo registrou uma assombrosa escalada na lista da Forbes. Só em 2010, 58 russos entraram para o seleto grupo de bilionários. Londres, com 41, ficou em terceiro.


Entre os habitantes de mais alta renda de Moscou figuram magnatas que tiraram das commodities e de derivados suas principais fontes de renda. Um exemplo é Vladimir Lisin, o homem mais rico do país, que atua no segmento siderúrgico. A fortuna dele combinada com a dos outros bilionários supera 375 bilhões de dólares, um valor muito maior do que a receita de qualquer cidade do mundo.


A listagem da Forbes considera como referência o endereço principal dos 1.210 bilionários da lista, com base em valores convertidos para o dólar norte-americano. Os demais endereços dos bilionários não são levados em consideração. Mas vários residentes de Moscou possuem um segundo endereço em Nova York, incluindo o magnata dos fertilizantes e do carvão Andrey Melnichenko, cuja esposa comprou recentemente uma cobertura de US$ 12,2 milhões com janelas voltadas para o Central Park.


Moscou não é a única cidade com ligações com o comunismo que aparece na lista. Três cidades chinesas também estão no topo em concentração de bilionários. Hong Kong aparece em quarto lugar, com 40 bilionários; Pequim, em décimo, com 19. Xangai, na 13ª posição, conta com 16 pessoas capazes de colocar um Bugatti Veyron na garagem sem comprometer o orçamento.


Confira as cidades que figuram no topo da lista:


1. Moscou - 79 bilionários


2. Nova York - 59 bilionários


3. Londres - 41 bilionários


4. Hong Kong - 40 bilionários


5. Istambul - 36 bilionários


6. São Paulo - 21 bilionários


6. Mumbai - 21 bilionários


8. Taiwan - 19 bilionários


8. Los Angeles - 19 bilionários


8. Pequim - 19 bilionários


11. San Francisco - 17 bilionários


11. Dallas - 17 billionários


(Com Agência Estado)

16 maio 2011

Lobão Filho é transferido para hospital de São Paulo

O senador Edison Lobão Filho (PMDB-MA), que sofreu um grave acidente de trânsito na última quinta-feira, foi transferido do Hospital UDI, em São Luís, no Maranhão, para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no fim da manhã deste domingo. Segundo informações da administração do centro de saúde, o avião do senador pousou na capital paulista às 12h30.

Lobão bateu seu carro de frente com outro na estrada entre São Luís e Paço do Lumiar. Levado por outro veículo até a capital maranhense, o filho do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, passou por cirurgias. Ele teve fraturas na bacia, no nariz, no fêmur e em duas costelas. Segundo a equipe médica, o político precisa de cuidados, mas não corre risco de vida.

(Com Agência Estado)

Senador Edison Lobão Filho permanece na UTI em São Paulo

O senador Edison Lobão Filho foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Israelita Albert Einstein, na zona sul de São Paulo, na tarde deste domingo.

Segundo boletim do hospital, divulgado às 16 horas, Lobão está sob sedação, respirando com ajuda de aparelhos e sem repercussões cardiovasculares. O senador passaria por uma avaliação ortopédica, sob os cuidados do médico Marcos Knobel e o diretor de prática médica Oscar Fernando Pavão dos Santos.

Lobão Filho foi transferido no fim da manhã deste domingo do Hospital UDI, em São Luís, no Maranhão, para São Paulo. Ele sofreu um grave acidente de trânsito na última quinta-feira, 12.

O senador bateu seu carro de frente com outro na estrada entre São Luís e Paço do Lumiar. Levado por outro veículo até a capital maranhense, o filho do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, passou por cirurgias. Ele teve fraturas na bacia, no nariz, no fêmur e em duas costelas. Segundo a equipe médica, o político precisa de cuidados, mas não corre risco de vida.

(Com Agência Estado)

07 maio 2011

Morador de Palmas gasta quatro vezes mais com Câmara Municipal do que habitante da cidade de São Paulo

Câmara Municipal de Palmas (TO)<br />

Câmara Municipal de Palmas (TO), a mais cara por habitante entre todas as capitais (Lia Mara/Jornal do Tocantins)

“O Legislativo brasileiro se transformou num poder irrelevante e ainda é o mais caro do mundo”, Claudio Abramo, presidente da ONG Transparência Brasil

Só no ano passado, os vereadores das 26 capitais brasileiras custaram mais de 1,6 bilhão de reais aos cofres públicos. A cidade que desembolsou mais dinheiro com o Poder Legislativo foi o Rio de Janeiro, que utilizou mais de 300 milhões de reais para manter uma estrutura de apoio a 51 parlamentares. Mas é em Palmas que os vereadores mais pesam no bolso da população. Para atender aos esparsos 228.000 habitantes da capital do Tocantins, a Câmara Municipal consome 18 milhões de reais – mais de 80 reais por morador a cada ano.

O número de cadeiras no Poder Legislativo varia a cada município, já que é determinado pelo número de habitantes. A capital mais populosa do país, São Paulo, tem o número máximo de cadeiras – 55. Apesar de destinar à Câmara Municipal 267 milhões de reais por ano, o custo não é tão alto para os moradores. São cerca de 23 reais para cada paulistano, o menor valor entre todas as capitais. Mas ao considerar quanto cada vereador pesa no orçamento, São Paulo alcança o segundo lugar. Cada político custa 4,8 milhões de reais para a Câmara, atrás apenas do Rio de Janeiro, onde esse valor bate os 6 milhões.

Para sustentar os parlamentares, cada prefeitura desembolsa um valor determinado pelos próprios políticos. O montante, que varia entre 13 e 310 milhões de reais nas capitais brasileiras, paga o salário dos vereadores e suas dezenas de assessores, além das despesas comuns. O mais difícil é enxergar resultado em tamanho investimento. “Compramos um Fusca velho pelo preço de uma Ferrari”, afirma Claudio Abramo, presidente da ONG Transparência Brasil, que monitora a atuação dos políticos eleitos. “O Legislativo brasileiro se transformou num poder irrelevante e ainda é o mais caro do mundo.”

Custo-benefício –
Ao contrário das atividades dos prefeitos, governadores ou do presidente, as ações dos vereadores raramente são monitoradas pelos cidadãos. A distância do eleitorado é um problema grave, já que são eles os responsáveis pela produção e fiscalização das normas locais que regem a vida do cidadão. Longe dos olhos dos eleitores, os parlamentares sentem-se pouco pressionados a cumprir sua função.

Entre suas principais atribuições está fiscalizar o Poder Executivo municipal, da gestão aos gastos do orçamento. “O problema é que o Executivo compra o apoio do parlamento via distribuição de cargos. É uma usina de corrupção, pois ao invés de servir aos cidadãos, servem aos partidos, a quem os patrocinou”, afirma Abramo. “Sua outra função, que é legislar, também não é cumprida.”

Irrelevância Um levantamento realizado pela ONG Transparência Brasil avaliou o trabalho dos vereadores em algumas capitais durante quatro anos. A conclusão foi de que o Poder Legislativo municipal está mais preocupado em mudar nomes de ruas e avenidas, prestar homenagens e definir datas comemorativas. No Rio de Janeiro, foram aprovados 1.572 projetos na Câmara Municipal entre 2005 e 2008. Destes, apenas 209 se referiam a assuntos com impacto concreto sobre a cidade – menos de 15%.

O tema preferido entre os vereadores cariocas nesse período foi a homenagem. Mais de mil propostas para a entrega de medalhas, diplomas e títulos de cidadão honorário foram aprovadas, com uma taxa de sucesso de 95%. Enquanto isso, iniciativas como a criação de um código de ética na Câmara ou o projeto de disponibilizar à população o orçamento detalhado foram sumariamente recusadas.

São Paulo sofreu um fenômeno semelhante, mas a febre foi com nomes de logradouros. No período pesquisado pela Transparência Brasil, 648 dos 3.000 projetos apresentados propunham a alteração de ruas e avenidas. Em 2009, o vereador Agnaldo Timóteo (PP) chegou a sugerir a mudança do nome Parque Ibirapuera para Parque Michael Jackson, em homenagem ao cantor morto naquele ano. Felizmente, a proposta pareceu absurda até para os políticos que renomeiam mais de 200 logradouros a cada mandato.

Ainda pior é a situação da Câmara Municipal mais cara entre as capitais. Ao contrário de São Paulo ou do Rio de Janeiro, os vereadores de Palmas não divulgam todas as suas propostas no site oficial. No endereço eletrônico, é possível consultar alguns projetos de lei – sem a possibilidade de pesquisa ou de consulta ao documento. Tampouco é divulgada a presença dos parlamentares em Plenário ou Comissões. Se o trabalho dos vereadores for tão eficiente quanto a transparência na Câmara, os moradores de Palmas estão pagando muito caro pelo Poder Legislativo municipal.