Mostrando postagens com marcador maior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maior. Mostrar todas as postagens

05 junho 2011

Após bater Federer, Nadal vira o maior vencedor de Roland Garros

Ele tem apenas 25 anos e já é o maior vencedor da história de Roland Garros. O espanhol Rafael Nadal conquistou o torneio pela sexta vez na carreira, neste domingo, ao derrotar seu arquirrival suíço Roger Federer por 3 sets a 1 (7/5, 7/6, 5/7 e 6/1). Com o resultado, o número um do mundo igualou o sueco Björn Borg, recordista de títulos do Grand Slam francês. Por coincidência, Borg também tinha 25 anos quando ergueu o troféu pela sexta vez.

Nadal e Federer já tinham duelado outras três vezes numa decisão de Roland Garros, mas o espanhol venceu todas (2006, 2007 e 2008). Dessa vez, Federer chegou à final com o moral elevado, após ter derrotado o sérvio Novak Djokovic - a mais recente sensação do circuito mundial. Na semifinal, o suíço deu fim a uma sequência de 43 vitórias consecutivas de Djokovic.

E Federer entrou bem na final desse domingo. No primeiro set, chegou a abrir uma vantgane de 5 a 2 sobre Nadal, com direito a um set point em seu favor. Mas o espanhol conseguiu reverter o quadro e venceu com parcial de 7/5 em 62 minutos.

O segundo set, bastante equilibrado, foi interrompido por causa da chuva quando Nadal vencia por 5 a 4 e sacava. O game estava empatado em 40 iguais. Cerca de 10 minutos depois, a partida foi retomada e o espanhol fechou o set por 7/6.

No terceiro set, os dois tenistas mantiveram o equilíbrio, protagonizando jogadas espetaculares. Federer acabou levando a melhor: 7/5.

Já o quarto set foi de Nadal. Com uma série de erros de Federer, o espanhol disparou e teve tranquilidade para fechar o set em 6/1.

03 junho 2011

Petrobras pode se tornar a maior produtora de petróleo listada em bolsa

A Petrobras informou nesta sexta-feira que produzirá mais que qualquer outra companhia petroleira listada nas bolsas de valores ao redor do mundo, prevendo elevar a produção para 6 milhões de barris de petróleo por dia em 2020 - quase o triplo do que a estatal produz atualmente.

A previsão revisada para 2020 representa um aumento de 10% na comparação com a estimativa anterior, de acordo com o diretor financeiro da estatal, Almir Barbassa. Segundo ele, a projeção tem como base, principalmente, a adição de novos ativos em águas profundas e áreas de exploração próximas ao Rio de Janeiro e a São Paulo.

A previsão anterior, anunciada em 2010, era de 5,4 milhões de barris diários. Desse número, aproximadamente 1,13 milhão de barris por dia, ou 23%, é de gás natural. Perto de 6% da estimativa se refere à produção de petróleo e gás fora do Brasil. Mais da metade da produção deve ir para os mercados de exportação, o que fará da Petrobras uma das maiores fornecedoras de petróleo fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Ela também vai permitir que o Brasil desafie os Estados Unidos como terceiro maior produtor, após a Rússia e a Arábia Saudita.

"A Petrobras é atualmente a terceira maior companhia de energia do mundo, e segunda maior companhia de petróleo entre aquelas listadas na bolsa", disse Barbassa, durante discurso no Centro de Pesquisa da companhia. A atual líder de produção é a ExxonMobil, com produção de 4,4 milhões de barris petróleo e gás por dia em 2010.

O aumento da estimativa de produção também sinaliza que a Petrobras pode estar planejando elevar suas já ambiciosas metas, em meio à expectativa do tão aguardado plano de negócios para o período entre 2011 e 2015.

Em esclarecimento aos comentários do diretor financeiro, um porta-voz disse que os 6 milhões de barris por dia referiam-se a barris equivalentes de petróleo e não simples barris de petróleo. Barris equivalentes de petróleo significam petróleo, gás natural e gás natural liquido em uma única medida.

O Brasil espera se tornar um grande exportador de petróleo extraído o produto da área do pré-sal, na qual, acredita-se, há mais de 50 bilhões de barris.

Plano de investimentos - Há expectativa de que a companhia divulgue, nas próximas semanas, o novo plano de investimento, atualizando o plano anterior, de 2010 a 2014, cuja estimativa era de 224 bilhões de dólares. Analistas esperam que a despesa total no próximo plano esteja em conformidade com o plano atual.

O novo plano vai guiar os investidores sobre se a Petrobras vai reduzir os investimentos em setores como refino e transporte e dar maiores sinais aos mercados da quantia de produção que pode ser esperada dos campos brasileiros.

No início do ano, a estatal divulgou um plano atualizado para as operações no pré-sal que diminuiu o custo de desenvolvimento dessas áreas, como resultado de uma produtividade melhor que a esperada nos campos. Isso, consequentemente, permitirá que a companhia perfure menos poços que o antecipado anteriormente.

(com Reuters)

EUA pedem à China maior respeito aos Direitos Humanos

Chineses dão as mãos na Praça da Paz Celestial

Chineses dão as mãos na Praça da Paz Celestial (Feng Li/Getty Images)

"Incentivamos a China a proteger os Direitos Humanos universais de todos os seus cidadãos, incluindo aqueles que expressam pacificamente suas opiniões políticas"

O governo dos Estados Unidos pediu nesta sexta-feira à China que respeite os Direitos Humanos e que liberte os cidadãos presos após os protestos pacíficos da Praça da Paz Celestial, em Pequim, no ano de 1989. O apelo foi feito no 22º aniversário do massacre"Os EUA se somam a outros países para pedir que a China liberte todos aqueles que foram detidos na ocasião”, disse em comunicado Mark Toner, um porta-voz do departamento de Estado.

"Pedimos ao governo chinês que entregue uma completa prestação de contas sobre os assassinados, detidos ou desaparecidos, e que pare de perseguir aqueles que participaram dos protestos e as famílias das vítimas", acrescentou Toner. Ele se referia às manifestações de 1989, quando mais de um milhão de estudantes e trabalhadores ocuparam a Praça de Praça da Paz Celestial. O movimento é considerado o maior da história da China comunista. Os protestos, que duraram cerca de seis semanas, culminaram, em 3 e 4 de junho, com um massacre pelas mãos das forças de segurança chinesas.

"Incentivamos a China a proteger os Direitos Humanos universais de todos os seus cidadãos, incluindo aqueles que expressam pacificamente suas opiniões políticas", disse Toner. Além disso, o Departamento de Estado renovou seu pedido para que sejam libertados os que foram recentemente detidos ou que se encontram em prisão domiciliar, por considerar essas medidas violações aos direitos universais.

Toner reiterou a postura da secretária de Estado, Hillary Clinton, de que, ao respeitar e proteger os Direitos Humanos, a China não só beneficiará bilhões de pessoas, mas também a paz, a estabilidade e a prosperidade do país a longo prazo.

(Com agência EFE)

25 maio 2011

Confian�a do consumidor tem maior queda desde 2008

UOL EconomiaConfian?a do consumidor tem maior queda desde 200825/05/2011Reuters - Economia4@UOLEconomia #UOL

RIO (Reuters) - Com a queda mais aguda desde o fim de 2008, o ?ndice de Confian?a do Consumidor brasileiro caiu em maio ao menor n?vel desde janeiro de 2010, informou a Funda??o Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

O ?ndice recuou 2,4 por cento ante abril, a 115,4 pontos, perfazendo tamb?m a primeira s?rie de 3 quedas seguidas.

"Isso n?o acontecia desde mar?o de 2009, na ?poca da crise," afirmou o economista da FGV, Aloisio Campelo, ao destacar problemas como juros e infla??o mais altos.

O componente de situa??o atual caiu 2,4 por cento em maio sobre abril, para 137,2 pontos, menor leitura desde julho do ano passado. O de expectativas declinou tamb?m 2,4 por cento, atingindo 103,8 pontos, menor dado desde fevereiro de 2010.

A parcela de consumidores avaliando a situa??o econ?mica local como boa recuou de 29,2 para 25,8 por cento. O componente de expectativas dos consumidores sobre a situa??o econ?mica mostrou que a fatia dos que veem melhora caiu de 26,4 para 21,4 por cento.

Apesar das quedas recentes, o patamar de 115,4 pontos ? superior ao apurado durante a crise global, quando o ICC chegou aos 94,9 pontos em dezembro de 2008.

A sondagem mostrou que o consumidor projeta uma infla??o maior para os pr?ximos 12 meses foi de 7,3 por cento em maio, a maior desde dezembro de 2008.

A sondagem foi feita com mais de 2 mil domic?lios em ete capitais brasileiras entre 2 e 20 de maio.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

Assange: maior batalha foi nos EUA, terra da liberdade de express�o

UOL EconomiaAssange: maior batalha foi nos EUA, terra da liberdade de express?o25/05/2011AFP - Economia4@UOLEconomia #UOLWASHINGTON, 25 Mai 2011 (AFP) -O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, lamentou esta quarta-feira que "a maior batalha" que teve que travar pela liberdade de express?o tenha sido nos Estados Unidos, pa?s que a defende na Primeira Emenda de sua Constitui??o.

Assange participou de coletiva por telefone com a imprensa sobre o jovem militar Bradley Manning, acusado pelos Estados Unidos de ter fornecido ao WikiLeaks dezenas de milhares de documentos confidenciais americanos.

"H? mais de quatro anos e meio, decidimos importar a Primeira Emenda ao mundo", lembrou o fundador do site da internet.

"Nos primeiros meses, em 2007, fomos proibidos na China, antes do fim do ano, t?nhamos sido proibidos no Ir?", contou.

"Mas nos demos conta de que nossa maior batalha foi no in?cio de 2010, quando tentamos levar a Primeira Emenda aos Estados Unidos", acrescentou.

Ele afirmou que a divulga??o, em 2010, de dezenas de milhares de documentos secretos sobre as guerras no Iraque e no Afeganist?o e de milhares de telegramas diplom?ticos provocou um "milagre jornal?stico".

Mas a batalha "se joga tamb?m atr?s das grades", onde o soldado Manning est? trancado h? 10 meses, acusado de "colus?o com o inimigo", disse Assange.

O fundador do WikiLeaks criticou o fato de a justi?a americana continuar se apoiando na lei de espionagem de 1917 (quando se vivia a Primeira Guerra Mundial) para "perseguir aqueles que d?o informa??o a jornalistas".

Isto corre o risco de "criminalizar o jornalismo investigativo", advertiu, acrescentando: "devemos todos combater isto, porque nos Estados Unidos a seguran?a nacional foi sempre o setor que precisou ser o mais vigiado".

22 maio 2011

Jap�o, China e Coreia do Sul acordam maior seguran�a para usinas nucleares

UOL EconomiaJap?o, China e Coreia do Sul acordam maior seguran?a para usinas nucleares22/05/2011EFE - Economia4@UOLEconomia #UOLAndr?s S?nchez Braun.

T?quio, 22 mai (EFE).- Os l?deres do Jap?o, China e Coreia do Sul acordaram neste domingo cooperar para que suas usinas nucleares sejam mais seguras, depois do acidente na central japonesa de Fukushima, o mais grave nos ?ltimos 25 anos.

Esse compromisso foi o mais s?lido firmado ao fim da c?pula trilateral que encerrou neste domingo em T?quio.

Para evitar a repeti??o de um acidente at?mico similar, o primeiro-ministro do Jap?o, Naoto Kan, seu colega chin?s, Wen Jiabao, e o governante sul-coreano, Lee Myung-bak, assumiram o compromisso de que seus especialistas nucleares v?o colaborar mais estreitamente, compartilhar informa??es de normas de seguran?a e na prepara??o de resposta em situa??es de emerg?ncia.

Para estas situa??es, os tr?s pa?ses contemplar?o a possibilidade de realizar notifica??es mais ?geis ou de conseguir uma maior troca de dados que, por exemplo, ajudem a prever as trajet?rias das correntes de ar que possam conter radia??o.

Os l?deres dos tr?s pa?ses da ?sia Oriental concordaram em que a energia nuclear "continua sendo uma op??o importante para muitos pa?ses", mas destacaram a necessidade de a seguran?a ser requisito pr?vio ao desenvolvimento, segundo a declara??o conjunta publicada pela ag?ncia japonesa "Kyodo".

O apoio ? energia at?mica n?o impediu que os tr?s pa?ses reconhecessem a relev?ncia de apostar nas renov?veis, conseguir maior efici?ncia energ?tica e reduzir a depend?ncia das usinas nucleares.

Os pa?ses ressaltaram a import?ncia de basear-se em testes cient?ficos para certificar, em caso de acidente nuclear, a seguran?a dos produtos que negociam as tr?s economias.

Ap?s o in?cio da crise, China e Coreia do Sul bloquearam alimentos japoneses em suas alf?ndegas sob o argumento de que podiam conter materiais radioativos, embora o primeiro-ministro chin?s, Wen Jiabao, anunciou neste domingo que seu pa?s relaxar? estes impedimentos para alguns deles, j? que T?quio est? demonstrando que s?o seguros.

A China levantar? a proibi??o de importa??o de alimentos das prov?ncias de Yamanashi e Yamagata, embora tenha admitido que continuar? sem permitir a entrada de comida procedente de outras dez prov?ncias japonesas.

Tamb?m vai seguir pedindo certificados de inspe??o radioativa aos l?cteos, aos peixes e as verduras provenientes do restante do Jap?o.

Neste sentido, Kan afirmou que a visita de s?bado de Wen e Lee a Miyagi e Fukushima, onde a crise ainda segue aberta, "foi a maneira mais eficaz de demonstrar ao mundo que o Jap?o ? seguro e que a comida procedente do Jap?o tamb?m o ?".

O primeiro-ministro do Jap?o agradeceu os l?deres visitantes em v?rias ocasi?es por terem aceitado acompanh?-lo as duas prov?ncias mais devastadas pela cat?strofe para mostrar pessoalmente seu apoio aos afetados.

Durante o encontro, os tr?s governantes falaram ainda em refor?ar seus esfor?os conjuntos para prevenir e diminuir os efeitos dos desastres naturais, e Wen Jiabao prop?s organizar durante a segunda metade deste ano um simp?sio sobre terremotos entre pa?ses da ?sia oriental.

Decidiram tentar concluir antes do fim de 2011, um ano antes do previsto inicialmente, a an?lise pr?via sobre um poss?vel tratado de livre-com?rcio trilateral, o que facilitaria o come?o das negocia??es oficiais.

Por ?ltimo, Kan, Wen e Lee expressaram sua preocupa??o pelo desenvolvimento do programa at?mico da Coreia do Norte e seu desejo de retomar o di?logo de seis lados para a desnucleariza??o do regime de Kim Jong-il, embora concordaram sobre a necessidade de um ambiente mais prop?cio para retomar as negocia??es.

Em nenhum momento da c?pula fez-se men??o expl?cita ? viagem que o l?der norte-coreano est? fazendo desde sexta-feira ? China, onde n?o se sabe se ir? reunir-se com o presidente Hu Jintao.

As reuni?es deste tipo entre os l?deres dos tr?s pa?ses asi?ticos t?m ocorrido uma vez por ano desde 2008 e est? previsto que a pr?xima ocorra na China em 2012.

21 maio 2011

São Paulo está em sexto lugar entre as cidades com o maior número de bilionários no mundo, informa revista

 

Vista aérea da cidade de São Paulo (Raul Junior)


Na última terça-feira, 17, São Paulo foi condecorada com um título primoroso: figura na sexta posição da lista de cidades com o maior número de bilionários no mundo. São 21 magnatas paulistanos, informa o ranking divulgado pela revista americana Forbes. O número é idêntico em Mumbai, na Índia, o que obriga a capital paulista a dividir o mérito. A diferença é que os bilionários de São Paulo têm patrimônio estimado em 85 bilhões de dólares, enquanto a fortuna dos 21 indianos soma107 bilhões de dólares.


A lista coloca a cidade brasileira à frente de megalópoles como Los Angeles, na Califórnia, que aparece em oitavo lugar, Pequim, que também aparece em oitavo, e San Francisco, que aparece em 11º. O ponto do globo em que é mais provável esbarrar num bilionário, contudo, fica na Rússia: com 79 bilionários, Moscou empurrou Nova York e seus 59 magnatas para o segundo lugar. A ex-capital do comunismo registrou uma assombrosa escalada na lista da Forbes. Só em 2010, 58 russos entraram para o seleto grupo de bilionários. Londres, com 41, ficou em terceiro.


Entre os habitantes de mais alta renda de Moscou figuram magnatas que tiraram das commodities e de derivados suas principais fontes de renda. Um exemplo é Vladimir Lisin, o homem mais rico do país, que atua no segmento siderúrgico. A fortuna dele combinada com a dos outros bilionários supera 375 bilhões de dólares, um valor muito maior do que a receita de qualquer cidade do mundo.


A listagem da Forbes considera como referência o endereço principal dos 1.210 bilionários da lista, com base em valores convertidos para o dólar norte-americano. Os demais endereços dos bilionários não são levados em consideração. Mas vários residentes de Moscou possuem um segundo endereço em Nova York, incluindo o magnata dos fertilizantes e do carvão Andrey Melnichenko, cuja esposa comprou recentemente uma cobertura de US$ 12,2 milhões com janelas voltadas para o Central Park.


Moscou não é a única cidade com ligações com o comunismo que aparece na lista. Três cidades chinesas também estão no topo em concentração de bilionários. Hong Kong aparece em quarto lugar, com 40 bilionários; Pequim, em décimo, com 19. Xangai, na 13ª posição, conta com 16 pessoas capazes de colocar um Bugatti Veyron na garagem sem comprometer o orçamento.


Confira as cidades que figuram no topo da lista:


1. Moscou - 79 bilionários


2. Nova York - 59 bilionários


3. Londres - 41 bilionários


4. Hong Kong - 40 bilionários


5. Istambul - 36 bilionários


6. São Paulo - 21 bilionários


6. Mumbai - 21 bilionários


8. Taiwan - 19 bilionários


8. Los Angeles - 19 bilionários


8. Pequim - 19 bilionários


11. San Francisco - 17 bilionários


11. Dallas - 17 billionários


(Com Agência Estado)

13 maio 2011

Caixa Econômica Federal tem lucro 4,5% maior no 1º trimestre

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira lucro líquido de 812 milhões de reais no 1º trimestre, após ganho de 778 milhões registrados um ano antes.

A carteira operações de crédito somou 190,5 bilhões de reais no final de março, expansão de 41,5% em 12 meses. Nos três primeiros meses do ano, o banco estatal destinou 14,5 bilhões de reais ao crédito imobiliário, encerrando março com 117,1 bilhões de reais na carteira habitacional.

Do total, 41% das unidades financiadas de janeiro a março se relacionaram a pessoas com renda inferior a seis salários mínimos, onde há maior déficit habitacional, segundo a instituição. O Índice de Basileia do banco diminuiu 2,91 pontos percentuais (p.p.) em um ano e atingiu 15,21%, acima da exigência legal de 11%. O Patrimônio de Referência cresceu 14,3%, para 34,3 bilhões de reais.

A Caixa elevou a provisão para risco de crédito a 6,4 % da carteira, ante 6,3 % no 4º trimestre. No 1º trimestre do ano passado, porém, essa taxa era de 6,8%.

Caso Panamericano - A Caixa Econômica Federal deixou para o balanço do 2º trimestre o lançamento de possíveis perdas relacionadas ao investimento no Banco Panamericano, do qual é dona de 36,56% das ações.

Segundo o vice-presidente financeiro da Caixa, Marcio Percival, o adiamento deveu-se ao atraso na confecção do balanço trimestral do Panamericano e no relatório de uma assessoria financeira, que está desenhando um plano de negócios para o ex-banco do grupo Silvio Santos. "O balanço está atrasado e a gente ainda precisa de um plano de negócios pronto", disse Percival a Reuters nesta sexta-feira.

(com Reuters)