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25 maio 2011

Avan�am negocia��es comerciais entre Brasil e Argentina

UOL EconomiaAvan?am negocia??es comerciais entre Brasil e Argentina24/05/2011EFE - Economia4@UOLEconomia #UOLBuenos Aires, 24 mai (EFE).- O secret?rio-executivo do Minist?rio do Desenvolvimento, Ind?stria e Com?rcio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira, e o secret?rio de Ind?stria da Argentina, Eduardo Bianchi, conseguiram nesta ter?a-feira fazer avan?ar as negocia??es comerciais bilaterais, informaram fontes oficiais ao t?rmino de um encontro de dois dias entre os dois funcion?rios.

Bianchi e Teixeira se reuniram em Buenos Aires para encontrar uma solu??o ?s novas tens?es comerciais suscitadas entre os dois pa?ses ap?s a decis?o do Governo brasileiro de restringir a importa??o de autom?veis, atrav?s da imposi??o de licen?as n?o autom?ticas, um mecanismo que permite regular e ampliar o prazo para autorizar a entrada de bens no pa?s.

Segundo um breve comunicado do Minist?rio de Ind?stria argentino, os dois secret?rios "examinaram quest?es relacionadas ao com?rcio bilateral, com foco nos temas expostos pelos ministros de Ind?stria nas cartas que trocaram nas ?ltimas semanas".

"Os dois Governos decidiram fortalecer a??es dirigidas a promover o desenvolvimento produtivo integrado e definir?o uma agenda de trabalho para os temas estruturais, com especial aten??o nos setores sens?veis e estrat?gicos para cada pa?s", destaca o texto oficial.

A nota ressalta que ambos acordaram uma nova reuni?o em breve para levar adiante os entendimentos bilaterais e se comprometeram a garantir uma periodicidade mensal para as reuni?es da Comiss?o de Monitora??o do Com?rcio Bilateral.

No in?cio deste ano, a Argentina aumentou fortemente o universo de produtos aos quais aplica licen?as n?o autom?ticas para proteger sua ind?stria, o que suscitou cr?ticas dos exportadores brasileiros e motivou v?rias reuni?es em n?vel governamental entre funcion?rios dos dois pa?ses.

Embora o Governo de Cristina Kirchner tenha afirmado ent?o que os produtos brasileiros n?o seriam prejudicados, o titular do MDIC, Fernando Pimentel, se queixou h? duas semanas dos problemas que afetam as exporta??es brasileiras para ingressar no mercado argentino, especialmente no setor de alimentos.

Justo um dia depois, o Governo Dilma Rousseff imp?s as restri??es ? importa??o de ve?culos automotores de todo o mundo, medida interpretada na Argentina como uma repres?lia ?s barreiras que Buenos Aires imp?e aos alimentos brasileiros.

Pimentel argumentou que a medida tinha por objetivo defender a ind?stria local e n?o prejudicar um pa?s espec?fico, mas a ministra de Ind?stria argentina, D?bora Giorgi, enviou uma dura carta na qual acusou o Brasil de impor barreiras ?s exporta??es argentinas.

A ministra argentina qualificou a medida imposta por seu parceiro comercial de "intempestiva e sem aviso", e advertiu que a resolu??o afeta 50% do com?rcio bilateral.

Na quinta-feira passada, como um "gesto de boa vontade" para um entendimento bilateral, o Governo brasileiro liberou a importa??o de autom?veis argentinos barrados na fronteira.

22 maio 2011

Trem de carga entre Rio e SP tem ociosidade de 66%

Enquanto o governo tenta emplacar o trem-bala entre Rio e S?o Paulo, a linha ferrovi?ria existente entre os dois centros mais importantes do pa?s trabalha com uma ociosidade de 66,2% no transporte de carga, informa Dimmi Amora, em reportagem na Folha deste domingo (a ?ntegra est? dispon?vel para assinantes do UOL e do jornal).

Veja v?deo

Se fosse utilizado em sua plenitude, evitaria cerca de 5.000 viagens di?rias de caminh?o de carga (27 toneladas) pela via Dutra, que acompanha seu tra?ado, o que representa 36% do movimento de caminh?es do ?ltimo trecho de S?o Paulo.

O modelo da concess?o ? apontado por especialistas como um dos fatores para essa realidade.

O presidente da MRS Log?stica, Eduardo Parente, disse que os problemas log?sticos e de compartilhamento da linha com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) impedem um melhor uso da ferrovia.

Leia a reportagem completa na Folha deste domingo.

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21 maio 2011

São Paulo está em sexto lugar entre as cidades com o maior número de bilionários no mundo, informa revista

 

Vista aérea da cidade de São Paulo (Raul Junior)


Na última terça-feira, 17, São Paulo foi condecorada com um título primoroso: figura na sexta posição da lista de cidades com o maior número de bilionários no mundo. São 21 magnatas paulistanos, informa o ranking divulgado pela revista americana Forbes. O número é idêntico em Mumbai, na Índia, o que obriga a capital paulista a dividir o mérito. A diferença é que os bilionários de São Paulo têm patrimônio estimado em 85 bilhões de dólares, enquanto a fortuna dos 21 indianos soma107 bilhões de dólares.


A lista coloca a cidade brasileira à frente de megalópoles como Los Angeles, na Califórnia, que aparece em oitavo lugar, Pequim, que também aparece em oitavo, e San Francisco, que aparece em 11º. O ponto do globo em que é mais provável esbarrar num bilionário, contudo, fica na Rússia: com 79 bilionários, Moscou empurrou Nova York e seus 59 magnatas para o segundo lugar. A ex-capital do comunismo registrou uma assombrosa escalada na lista da Forbes. Só em 2010, 58 russos entraram para o seleto grupo de bilionários. Londres, com 41, ficou em terceiro.


Entre os habitantes de mais alta renda de Moscou figuram magnatas que tiraram das commodities e de derivados suas principais fontes de renda. Um exemplo é Vladimir Lisin, o homem mais rico do país, que atua no segmento siderúrgico. A fortuna dele combinada com a dos outros bilionários supera 375 bilhões de dólares, um valor muito maior do que a receita de qualquer cidade do mundo.


A listagem da Forbes considera como referência o endereço principal dos 1.210 bilionários da lista, com base em valores convertidos para o dólar norte-americano. Os demais endereços dos bilionários não são levados em consideração. Mas vários residentes de Moscou possuem um segundo endereço em Nova York, incluindo o magnata dos fertilizantes e do carvão Andrey Melnichenko, cuja esposa comprou recentemente uma cobertura de US$ 12,2 milhões com janelas voltadas para o Central Park.


Moscou não é a única cidade com ligações com o comunismo que aparece na lista. Três cidades chinesas também estão no topo em concentração de bilionários. Hong Kong aparece em quarto lugar, com 40 bilionários; Pequim, em décimo, com 19. Xangai, na 13ª posição, conta com 16 pessoas capazes de colocar um Bugatti Veyron na garagem sem comprometer o orçamento.


Confira as cidades que figuram no topo da lista:


1. Moscou - 79 bilionários


2. Nova York - 59 bilionários


3. Londres - 41 bilionários


4. Hong Kong - 40 bilionários


5. Istambul - 36 bilionários


6. São Paulo - 21 bilionários


6. Mumbai - 21 bilionários


8. Taiwan - 19 bilionários


8. Los Angeles - 19 bilionários


8. Pequim - 19 bilionários


11. San Francisco - 17 bilionários


11. Dallas - 17 billionários


(Com Agência Estado)

19 maio 2011

Investigação de acidente provoca tensões entre Airbus e Air France

Uma disputa entre Airbus e Air France surge no momento em que aumenta a pressão para explicar, por meio dos dados recuperados das caixas-pretas da aeronave, o acidente com o voo 447, que fazia a rota Rio de Janeiro-Paris em 2009. A tensão foi lançada por autoridades de alto escalão após dias de informações na imprensa apontando possíveis culpados e da divulgação de que o avião não sofreu grandes falhas mecânicas.

O presidente-executivo da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, fez um apelo à imprensa, nesta quinta-feira, para ter cautela ao tratar das possíveis causas do acidente, que devem ser descobertas em semanas. "É impossível tirar quaisquer conclusões hoje sobre qualquer tipo de responsabilidade", disse. "Vamos esperar até que os especialistas nos enviem uma mensagem coerente antes de irmos numa direção ou em outra e especular", acrescentou, ao minimizar perguntas sobre seu futuro no comando da Air France-KLM, controladora da companhia aérea.

No entanto, em comentários captados posteriormente por um microfone e retransmitido por jornalistas, o executivo disse a um colega: "O jeito que respondi foi um pouco rude, mas eu tive de fazer isso por causa da Airbus".

Representantes da Air France se irritaram com o fato de a Airbus, fabricante do avião que caiu no oceano Atlântico matando todas as 228 pessoas a bordo, se apressar em divulgar que a leitura inicial das caixas-pretas não identificou falhas mecânicas, informando às companhias aéreas que não tem novas recomendações de segurança. "Não foi uma jogada muito limpa", disse à Agência Reuters uma fonte familiarizada com o pensamento da companhia aérea, acrescentando que o comportamento quebrou uma convenção.

A Air France também se irritou com a divulgação do boletim da Airbus pelo jornal Le Figaro, que publicou matéria apontando o dedo para a tripulação da Air France. A rádio Europe 1, porém, relatou nesta quinta-feira que a tripulação não era a responsável pela tragédia, deixando incertezas sobre as causas do acidente.

Crise - As reputações de ambas as companhias está em jogo por conta de um dos mais chocantes e inexplicáveis desastres aéreos da história. As duas enfrentam uma investigação criminal e podem ser alvo de possíveis reclamações das famílias das vítimas na Justiça. 

Além de acontecer em meio a grande interesse da mídia, a análise dos dados das caixas-pretas também ocorre semanas antes da feira de aviação de Paris, em que a Airbus pretende anunciar um grande número de novas encomendas.

Conjunto de fatores - A Airbus negou que tenha vazado o boletim que enviou a cerca de 100 companhias aéreas, disse que o documento foi aprovado pelo BEA, escritório que investiga acidentes aéreos na França, e que lidera a busca pelas causas da tragédia. "Nosso relacionamento com a Air France é sólido", disse uma porta-voz da Airbus em Toulouse.

"Eles operam todos os nossos produtos, incluindo 180 aeronaves. Dividimos com a Air France o custo das buscas (pelas caixas-pretas) e todos temos interesse de apoiar as investigações e entender o que causou a trágica perda do voo 447", acrescentou. Uma porta-voz da Air France também negou desentendimentos com a fabricante.

Pierre-Henri Gourgeon, que já chefiou a autoridade de aviação civil da França, disse que a Air France revisou todas as suas normas de segurança. “A história provou que acidentes aéreos são geralmente o produto de diversos elementos que coincidem em um mesmo momento e lugar", afirmou. "Se surgir algo na investigação que ainda não cobrimos com as medidas já tomadas, vamos adotá-las para garantir que um evento como esse jamais se repita."

O presidente-executivo da Air France foi reeleito para o cargo por mais quatro anos pelo conselho da empresa nesta quinta-feira, mas a decisão precisa será aprovada pelos acionistas em julho, podendo acontecer simultaneamente à publicação das descobertas preliminares da BEA sobre o acidente de 2009.

09 maio 2011

Cresce tolerância de pais ao uso de redes sociais por crianças entre 10 e 12 anos

Pré-adolescentes acessam redes sociais cada vez mais cedo<br />

  Pré-adolescentes acessam redes sociais cada vez mais cedo (Thinkstock)

Cerca de 17% dos pais não encaram como problema o fato de seus filhos com idades entre 10 e 12 anos acessarem redes sociais, como o Facebook, aponta uma pesquisa realizada com 1.000 pessoas nos Estados Unidos. O levantamento mostra que houve uma espécie de "relaxamento" por parte dos pais, uma vez que, na pesquisa do ano passado, apenas 8% declararam a mesma posição. A idade mínima exigida a usuários do Facebook é 13 anos.

Ainda segundo o levantamento, conduzido pela Liberty Mutual's Responsibility Project, 11% dos entrevistados confessaram administrar um perfil infantil na rede em nome dos filhos. Para Janet Taylor, instrutora de psiquiatria da Universidade de Columbia, os resultados da pesquisa, contudo, não são preocupantes: "Isso não é alarmante. Precisamos perceber as mudanças para saber como usar melhor as mídias sociais", diz a especialista à agência de notícias Reuters. 

Apesar da posição pouco conservadora das famílias americanas, a maioria dos pais afirmou que menores de 18 anos devem ser monitorados na rede por um terceiro. Do total de entrevistados, 44% também acham importante limitar o tempo que os filhos passam conectados à web.

Quando questionados sobre o ciberbullying, a maioria dos pais reconhece que a responsabilidade sobre o comportamento dos filhos na rede é deles. Contudo, 63% dos voluntários acreditam que as escolas e professores poderiam buscar novas maneiras de combater o bullying na internet. 

(Com agência Reuters)