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27 maio 2011

G8 destaca crise de d�vida da zona do euro

UOL EconomiaG8 destaca crise de d?vida da zona do euro26/05/2011Reuters - Economia4@UOLEconomia #UOL

Por John Irish e Yoko Kubota

DEAUVILLE (Reuters) - O G8 alertou nesta quinta-feira que as d?vidas dos governos na Europa est?o pressionando a economia mundial, mas o grupo se comprometeu em reuni?o na Fran?a a disponibilizar fundos para as novas democracias ?rabes.

Enquanto outro pa?s ?rabe, I?men, parece se encaminhar para a guerra civil, l?deres do G8 - as sete pot?ncias ocidentais mais a R?ssia - pediu para que o presidente do pa?s siga o exemplo dos l?deres do Egito e Tun?sia e renuncie.

Uma vers?o preliminar do relat?rio que vai ser divulgado no ?ltimo dia do encontro na sexta-feira tamb?m censurou fortemente os l?deres da S?ria e da L?bia.

J? a R?ssia divergiu dos seus parceiros ao sugerir a media??o entre as potencias ocidentais e Muammar Gaddafi.

As potencias do ocidente est?o envolvidas em uma campanha com bombardeio de dois meses na L?bia e rejeitaram outra proposta de Tr?poli para cessar fogo nesta quinta-feira. Eles reiteraram a exig?ncia, ecoando pedidos dos rebeldes l?bios, que Gaddafi precisa deixar o poder antes de qualquer tr?gua.

O anfitri?o do encontro, o presidente Nicolas Sarkozy, apresentou a possibilidade que Gaddafi fique na L?bia: "N?o estamos dizendo que Gaddafi precisa ser exilado, este n?o ? o nosso problema," disse Sarkozy.

"Quando n?s dizemos que ele deve sair, ele precisa deixar o poder e quanto mais r?pido fizer isso, melhor para ele." Sobre o I?men, a anfitri? Fran?a disse que o presidente Saleh precisa acabar com o seu regime de 33 anos.

A c?pula tamb?m ecoou as demandas de outras grandes economias em desenvolvimento no mundo para maior influ?ncia sobre quem ser? o chefe do Fundo Monet?rio Internacional.

Sarkozy insistiu que a vaga, que ficou em aberto depois da sa?da do tamb?m franc?s Dominique Strauss-Kahn por conta da acusa??o de crimes sexuais, deve permanecer nas m?os da Europa j? que a Gr?cia e outros pa?ses da Uni?o Europeia procuram o aux?lio do FMI para pagar os seus d?bitos. A candidato da UE ? a ministra das finan?as de Sarkozy, Christine Lagarde.

CRISE NA GR?CIA

Ao falar com os rep?rteres, o chefe do gabinete do Jap?o, Tetsuro Fukuyama, disse que o G8 concordou que a Gr?cia precisa fazer mais para equilibrar suas finan?as e trabalhar com o FMI para resolver a crise na d?vida p?blica.

O governo grego pediu reuni?es de emerg?ncia com a oposi??o para sexta-feira ? medida que os prazos de pagamento da d?vida se aproximam e autoridades europ?ias alertam que a ajuda pode ser bloqueada ao pa?s que enfrentar? v?rios anos de austeridade fiscal na melhor das hip?teses.

"V?rios l?deres ressaltaram o problema da d?vida na Europa, a alta do pre?o do petr?leo, alimentos e commodities, e o superaquecimento das economias emergentes est?o entre os fatores que colocam press?o negativa sobre a economia global", disse Fukuyama.

"Especialmente sobre a crise da Gr?cia, diversos l?deres disseram que ? importante que a Gr?cia trabalhe mais na sua reforma fiscal e atue com o FMI nessa quest?o."

A declara??o de um diplomata europeu falando que a delega??o dos EUA liderada pelo presidente Barack Obama expressou preocupa??es de que o euro pode enfraquecer as exporta??es do EUA, foi negada pelos anfitri?es franceses.

Fontes da UE disseram que os membros europeus do G8 -- Alemanha, Fran?a, Reino Unido e It?lia-- assim como autoridades da Uni?o Europ?ia no evento iriam apresentar uma declara??o do encontro no resort de Deauville em que defendiam a continua??o dos esfor?os para superar a crise na zona do euro.

No entanto, a vers?o preliminar do texto tamb?m pediu que os Estados Unidos e o Jap?o tamb?m garantissem que as suas finan?as p?blicas estivessem sustent?veis em longo prazo, disse outro diplomata europeu. Uma vers?o pr?via do documento obtida pela Reuters continha tal declara??o.

20 maio 2011

Dilma gerencia primeira grande crise em cinco meses

Há pouco mais de um mês a presidente Dilma Rousseff estava nas nuvens: seu governo havia sido aprovado por mais da metade dos brasileiros na primeira pesquisa de opinião após a cerimônia de posse. Mas a paz que reinava sobre o Palácio do Planalto sofreu grandes abalos nos últimos dias. A semana começou com a oposição tentando convocar na Câmara dos Deputados o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e terminou com a ameaça de abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o aumento do patrimônio do número dois do Planalto.

Uma coisa é certa entre os governistas: já existe uma crise a ser contornada. Até agora, essa função está a cargo da assessoria da Casa Civil – que, aliás, terceirizou o serviço. A agência FSB é especializada em gerenciamento de crises. A Presidência, por enquanto, não cogita realizar nenhum tipo de pesquisa de opinião sobre o provável abalo na aprovação do governo diante das reportagens que têm afetado a imagem de Palocci.  

Por coincidência ou não, o ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Franklin Martins, esteve nesta sexta-feira com a presidente Dilma no Palácio da Alvorada. Franklin já havia se deparado com crises no governo anterior e, neste quesito, tem mais experiência politica do que a atual ministra Helena Chagas. Ela, aliás, não foi chamada ao encontro. Oficialmente, a reunião foi para tratar de questões pessoais.

No Congresso Nacional, os governistas também lançam suas armas em defesa de Palocci. O deputado Eduardo Cunha (PMDB -RJ), por exemplo, vai argumentar em plenário na próxima semana que os requerimentos semelhantes ao rejeitado na Casa para convocação de Palocci sejam prejudicados. Ele ainda é daqueles que negam abalos no governo. “Não há nenhuma crise”, avalia.

O líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), pensa exatamente o contrário: “Há uma crise instalada no governo que se agravou com o caso Palocci, mas que já era objeto de desalinhamento do entendimento da base governista”. Alvaro Dias (PR), líder do PSDB no Senado, faz coro. “São as primeiras turbulências do novo mandato. O caso Palocci certamente tirou a paz da presidente, que terá dificuldades de blindar o ministro e mantê-lo na função”. 

Para a semana que vem, os líderes governistas terão mais uma tarefa: impedir a instalação da CPI. Levando-se em conta que o governo tem maioria na Casa, não será uma função difícil. De qualquer jeito, o movimento da oposição tem dado muito trabalho ao Planalto. 

07 maio 2011

Goldman e Macris descartam crise no PSDB

Goldman e Macris descartam crise no PSDB - politica - Estadao.com.br .dv-pag-not{clear:both; display:block; width:630px; margin: 0 auto;}.dv-pag-not ul{margin:0px auto; padding:0px; text-align:center; border-right:1px solid #E2E2E2; display:table;}.dv-pag-not ul li{margin:0px; padding:2px 5px; border:none; border-left:1px solid #E2E2E2; display:inline;}.dv-pag-not ul li a{color:#ccc;}.dv-pag-not .pag-atual a{color:#999; font-weight:bold;}.dv-pag-not .pag-inicio {width: 90px; display:inline; float:left;}.dv-pag-not .pag-fim {width: 90px; display:inline; float:right;}.dv-pag-not .pag-inicio a{color:#999; float:left;}.dv-pag-not .pag-fim a{color:#999; float:right;} if(typeof(titleSEO) == "undefined"){if(url){titleSEO = url.split(",")[1];}}hitNota(203567, OAS_sitepage, titleSEO, Formatos.TEXTO, 'Política'); ir para o conteúdoLoginWebmail  • 

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Ministro da Defesa visita o Complexo do Alemão

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