Mostrando postagens com marcador presso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador presso. Mostrar todas as postagens

22 maio 2011

Corinthians traz vitória do Olímpico e deixa Renato Gaúcho sob pressão no Grêmio

Tarja do Tema Campeonato Brasileiro 2011 Chicão comemora seu gol - o primeiro do Corinthians na virada sobre o Grêmio

Chicão comemora seu gol - o primeiro do Corinthians na virada sobre o Grêmio (Daniel Augusto Jr / Fotoarena)

No duelo entre os vice-campeões paulista e gaúcho, deu Corinthians. A equipe do Parque São Jorge foi ao Estádio Olímpico neste domingo e bateu o Grêmio, do técnico Renato Gaúcho, por 2 a 1. O zagueiro Chicão, cobrando pênalti, e o atacante Liédson marcaram para o time comandado pelo técnico Tite. Douglas havia inaugurado o marcador para os gremistas, já no segundo tempo do jogo.

Os dois treinadores, a exemplo de vários outros, começaram o campeonato sob pressão, por conta dos resultados negativos diante dos rivais nos campeonatos estaduais. O Grêmio foi batido na final pelo arquirrival, o Internacional. O Corinthians caiu diante do time de Neymar. Com a vitória obtida no domingo, Tite ganha fôlego. Renato Gaúcho fica em posição mais incômoda do que estava antes do início da partida.

Além do confronto entre corintianos e gremistas, o Campeonato Brasileiro teve na tarde de domingo os seguintes jogos: Palmeiras 1 X 0 Botafogo (gol de Kléber), Coritiba 0 x 1 Atlético-GO (gol de Marcão) e Figeurense 1 X 0 Cruzeiro (gol contra de Marquinhos Paraná).

No sábado, quatro partidas abriram o Campeonato Brasileiro: Atlético-MG 3 X 0 Atlético-PR, Ceará 1 X 3 Vasco, Flamengo 4 X 0 Avaí e Santos 1 X 1 Internacional. 

20 maio 2011

Abbas quer mais pressão de Obama sobre fronteiras de 1967

‘Se ficarmos unidos, teremos êxito’, aposta Abbas

Mahmoud Abbas quer que Obama continue pressionando Netanyahu (Abbas Momani / AFP)

O líder da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, pediu nesta sexta-feira que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, continue pressionando Israel a aceitar as fronteiras anteriores a 1967. O apelo foi feito pouco depois do encontro entre Obama e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.Apesar de Abbas ter agradecido Obama por seu  “compromisso” com o cumprimento dos acordos internacionais, nem todos os palestinos ficaram satisfeitos com o discurso. “Como um palestino, eu estava esperando mais desse discurso. Obama adiou a questão de Jerusalém e dos refugiados palestinos”, disse à Reuters Samir Awad, um analista político da Universidade Bizeit, da Cisjordânia.Contudo, Obama também não agradou Israel com seu discurso, que provocou uma tensão entre os dois países. “Foi uma completa surpresa. Os oficiais israelenses se sentiram traídos”, disse uma fonte política próxima ao primeiro-ministro.Autoridades israelenses afirmaram que só souberam do teor do discurso no mesmo dia em que ele ocorreu. Oficiais americanos informaram à agência Associated Press que, após ter conhecimento de que Obama falaria sobre as fronteiras de 1967, Netanyahu tentou fazer com que essa parte do discurso fosse removida, e ficou “enfurecido” quando não conseguiu.(Com agências France-Presse e Reuters)

14 maio 2011

Argentina diz que não negocia com o Brasil sob pressão

Ministro do desenvolvimento Fernando Pimentel

Em retaliação às barreiras comerciais impostas pela Argentina, Pimentel adotou medidas que dificultam a entrada de carros vindos da Argentina (Sérgio Lima/Folhapress)

Os ministros de Indústria do Brasil, Fernando Pimentel, e da Argentina, Débora Giorgi, tiveram a primeira conversa telefônica, na noite desta sexta-feira, após trocas de ríspidas correspondências nos últimos dias em razão das barreiras mútuas ao comércio bilateral, conforme informou uma fonte do Ministério de Indústria da Argentina.

A ministra teria dito a seu colega brasileiro que não se pode negociar sob pressão. Pimentel teria pedido um prazo de 48 horas para dar uma resposta. Uma reunião poderá ser marcada para o início da próxima semana, com o objetivo de iniciar o processo de negociação sobre os contenciosos comerciais entre os dois países.

Débora Giorgi rejeitou a proposta de Pimentel para realizar uma reunião de negociação em Brasília. E sugeriu um lugar mais neutro: em Foz do Iguaçu, na fronteira entre os dois países. "É importante que os dois países se mobilizem para buscar um diálogo", disse a fonte do ministério.