Mostrando postagens com marcador energia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador energia. Mostrar todas as postagens

22 maio 2011

Merkel d� apoio a fim de energia nuclear na Alemanha

UOL EconomiaMerkel d? apoio a fim de energia nuclear na Alemanha21/05/2011Reuters - Economia4@UOLEconomia #UOL

ANDECHS, Alemanha (Reuters) - A chanceler alem?, Angela Merkel, apoiou neste s?bado propostas de fechar dentro de uma d?cada todas as 17 usinas nucleares do pa?s.

Falando durante uma reuni?o da Uni?o Social Crist? (CSU), partido irm?o do seu, Merkel afirmou que 2022, data proposta pela CSU, era um prazo apropriado para os fechamentos e que o seu governo ir? fixar uma data para que a Alemanha deixe de produzir energia nuclear.

"Acho que o cronograma que a CSU v? como uma op??o ? um cronograma apropriado", afirmou ela no evento na Bav?ria. "As pessoas querem saber sobre uma data concreta para esse fim, e n?s iremos dar essa data concreta", acrescentou. O seu governo planeja tomar a decis?o em 6 de junho.

Merkel j? reverteu uma decis?o de ampliar o per?odo de atividade de usinas alem?s, depois que terremoto e tsunami no Jap?o afetaram reatores nucleares.

A energia nuclear ? h? muito tempo impopular na Alemanha, e a decis?o anterior de Merkel, tomada no ano passado, de prolongar as atividade de usinas, foi um fator importante para o seu partido perder poder na Bav?ria.

Milhares de pessoas protestam na Su��a contra energia nuclear

UOL EconomiaMilhares de pessoas protestam na Su??a contra energia nuclear22/05/2011EFE - Economia4@UOLEconomia #UOLGenebra, 22 mai (EFE).- Uma manifesta??o pac?fica contra a energia at?mica reuniu neste domingo 14 mil pessoas nas imedia??es de Beznau (cant?o de Arg?via, na zona central da Su??a), no mais importante protesto deste tipo nos ?ltimos 25 anos.

Duas manifesta??es que haviam partido simultaneamente de locais diferentes se encontraram em frente ? central de Beznau, uma das mais antigas do mundo e que funciona desde 1969.

Quando ocorreu a jun??o das manifesta??es, teve in?cio a leitura de mensagens provenientes de Fukushima (Jap?o), Berna, Alemanha e ?ustria.

Logo ap?s estava previsto que parlamentares socialistas e do Partido Verde tomassem a palavra, segundo a ag?ncia local de not?cias "Ats".

"A participa??o supera todas as nossas expectativas", confessou um representante do comit? de organiza??o, Michael Tanner.

No ano passado, a mesma a??o mobilizou pouco mais de 4,5 mil pessoas. No plano pol?tico, o futuro da energia nuclear pode ser decidido nesta quarta-feira, para quando est? previsto que o Governo su??o tome uma decis?o a este respeito que submeter? ao Parlamento.

Uma das op??es colocadas consiste em manter a situa??o como at? agora, com uma eventual substitui??o antecipada das tr?s centrais at?micas mais antigas, que por enquanto est? previsto para encerrarem suas atividades em 2025.

Outra alternativa em debate ? que essas plantas n?o sejam substitu?das somente quando deixem de funcionar e, finalmente, que se renuncie ? energia nuclear.

S?o quatro os aspectos fundamentais pedidos para serem levados em conta pelo Governo: a seguran?a do abastecimento de eletricidade, a prote??o ambiental, pre?o aceit?vel da energia el?trica e uma produ??o segura.

O partido de extrema direita UDC prop?s que a decis?o final seja dada pelo povo por meio de um plebiscito. A Su??a tem com cinco usinas nucleares que contribuem com 40% da produ??o de eletricidade.

Manifestação contra energia nuclear na Suíça

Milhares de pessoas se manifestaram neste domingo no norte da Suíça contra a energia nuclear. O governo suíço deve tomar na quarta-feira uma decisão sobre o futuro nuclear do país.

Os manifestantes, que chegaram de todo o país, assim como de nações vizinhas (Alemanha, Áustria e França), se concentraram em Döttingen (norte), onde encontra-se a usina nuclear de Beznau, a mais velha do país (1969), afirmou o grupo "Vamos sair da energia nuclear".

"É a maior manifestação na Suíça desse tipo desde o acidente de Fukushima em março no Japão", explicou a porta-voz do grupo, Maude Pirier. "Milhares de pessoas compareceram para dar um sinal muito forte às autoridades suíças", acrescentou.

Após o acidente de Fukushima, a Suíça foi o primeiro país a anunciar, em 14 de março, a suspensão dos projetos de renovação de suas usinas nucleares.

(Com AFP)

13 maio 2011

Avião movido a energia solar chega bem ao destino

O Solar Impulse, logo após pousar em Bruxelas. O avião, movido a energia solar, completou com sucesso seu primeiro voo internacional

O Solar Impulse, logo após pousar em Bruxelas. O avião, movido a energia solar, completou com sucesso seu primeiro voo internacional (Thierry Roge/AFP)

O avião experimental Solar Impulse, movido apenas a energia solar, aterrissou nesta sexta-feira no aeroporto de Bruxelas, às 19h40 (16h40 no horário de Brasília), ao término de seu primeiro voo internacional, cerca de 13 horas após sua decolagem na Suíça.

Criado pelo suíço Bertrand Piccard, o avião saiu do aeroporto de Payerne (oeste da Suíça), às 06h40 (03h40, Brasília), com mais de duas horas e meia de atraso em relação ao programado devido a uma leve neblina.

Para seu criador, o êxito deste voo em céu europeu e o pouso em um aeroporto internacional são a prova de que o Solar Impulse é um avião real. "As novas tecnologias podem reduzir nossa dependência das energias fósseis", explicou recentemente Piccard.

O revolucionário avião ficará em Bruxelas entre os dias 23 e 29 de maio. Depois viajará ao aeroporto Le Bourget, de Paris, como "convidado especial" do 49º Salão Internacional de Aeronáutica e do Espaço, que será realizado de 20 a 26 de junho.

O Solar Impulse entrou para a história da aeronáutica ao realizar em julho de 2010 seu primeiro voo de 24 horas sem interrupção, e unicamente abastecido por meio de painéis solares e suas baterias.

07 maio 2011

Protesto contra energia nuclear reúne 10.000 no Japão

Os manifestantes se reuniram em um parque de Shibuya, distrito de Tóquio

Os manifestantes se reuniram em um parque de Shibuya, distrito de Tóquio (Yoshikazu Tsuno/ AFP )

Milhares de pessoas se reuniram neste sábado, em um distrito de Tóquio, para exigir uma mudança na política do Japão sobre energia nuclear, após o terremoto e o tsunami que provocaram a pior catástrofe atômica mundial desde Chernobyl, há 20 anos.

Sob uma garoa, os manifestantes se encontraram em um parque de Shibuya. Muitos seguravam cartazes com os dizeres: "nuclear é passado" e "queremos mudanças na política energética".

O protesto ocorreu um dia após o primeiro-ministro, Naoto Kan, pedir a paralisação das operações de uma usina nuclear, situada a sudoeste de Tóquio, por ela estar próxima a uma falha geológica. O premiê teme um desastre como o que ocorreu na unidade de Fukushima, em março.

"Estou feliz de ver o primeiro-ministro finalmente tomando uma atitude", disse Manami Inoue, uma jovem de 28 anos, que escreveu um "não" com as cores preta e amarela em seu pescoço."Mas eu quero saber quando a usina realmente terá suas operações encerradas", completou.

Um outro manifestante, Shinji Matsushita, de 59 anos, disse: "Estou muito frustrado porque os políticos ainda não se posicionaram claramente se são contra ou a favor da energia nuclear". Mais de 10.000 pessoas estiveram presentes no protesto, estimou a rede de TV NHK, depois que os organizadores divulgaram o evento nas redes sociais.

Contexto - Kan pediu na sexta-feira a suspensão das operações na usina de Hamaoka, a 200 quilômetros de Tóquio, enquanto medidas são adotadas no país contra os danos causados pelo terremoto e o tsunami. A imprensa local informou que a paralisação pode durar cerca de dois anos. A Chubu Electric Power, empresa responsável pela usina, realizou uma reunião neste sábado, mas não decidiu que atitude tomar após as declarações do primeiro-ministro.

Pobre em recursos naturais, o Japão depende essencialmente do petróleo do Oriente Médio e da energia nuclear. O governo disse que irá rever a política para este tipo de recurso após o vazamento de radiação da usina de Fukushima, forçando a retirada de 85.000 pessoas que moravam na região. Contudo, os políticos disseram que não irão descartar a energia nuclear.

A tragédia - O terremoto de 9 graus na escala Richter, em 11 de março, causou um devastador tsunami. A gravíssima crise nuclear, provocada pelo abalo, ainda não foi superada. No total, 14.841 pessoas morreram e outras 10.063 estão desaparecidas por causa do desastre, que devastou boa parte das províncias de Miyagi, Iwate e Fukushima. 

(Com agência France-Presse)