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28 maio 2011

Chandon iniciar� produ��o de espumante na China

UOL EconomiaChandon iniciar? produ??o de espumante na China27/05/2011UOL Economia - EFE4@UOLEconomia #UOL(Corrigir nome da empresa e cargo do entrevistado).

Pequim, 27 mai (EFE). - A Mo?t Hennessy, divis?o de vinhos e bebidas do grupo LVMH, come?ar? em breve a produzir espumante na China, depois de assinar um acordo com a Ningxia Nongken, empresa estatal na regi?o de Ningxia Hui, na regi?o noroeste da China, informou a ag?ncia estatal "Xinhua".

O grupo de luxo Mo?t Hennessy Louis Vuitton (LVMH) plantar? 67 hectares de vinhedos ao p? da montanha Helan, habitada majoritariamente por mu?ulmanos da etnia hui.

"A empresa quer transformar o oeste da China em um famoso lugar de produ??o e processamento de uva, a fim de atender a crescente demanda de espumante no pa?s e em toda a ?sia", destacou o CEO da Mo?t Hennessy, Christophe Navarre.

Ningxia ? uma das regi?es mais pobres do pa?s asi?tico, situada na conflu?ncia entre as estepes mong?is e as ?reas des?rticas do Gobi.

27 maio 2011

Toyota vai parar produ��o no Brasil por um dia

UOL EconomiaToyota vai parar produ??o no Brasil por um dia26/05/2011Valor Online4@UOLEconomia #UOLS?O PAULO - A Toyota anunciou hoje ajustes na produ??o da f?brica de Indaiatuba, onde fabrica o Corolla, mas negou cortes no quadro de funcion?rios da unidade.
Em nota, a montadora informa que vai interromper no dia 27 de junho a produ??o da f?brica instalada no interior de S?o Paulo.

Ajustes tamb?m ser?o feitos na f?brica na cidade argentina de Z?rate, onde o segundo turno ser? suspenso nos dias 17 e 24 de junho. A Toyota produz a picape Hilux e o utilit?rio esportivo SW4 em Z?rate.

"O ajuste n?o afetar? o n?vel de emprego nas f?bricas da Toyota Mercosul. Atualmente, a Toyota emprega mais de 7.100 pessoas nos dois pa?ses", informa a fabricante.

As paralisa??es seguem as dificuldades no recebimento de pe?as de fornecedores do Jap?o ap?s o terremoto no pa?s asi?tico em mar?o, o que afetou as opera??es de filiais de montadoras japonesas no Brasil, caso da Honda e da Toyota.
Apesar disso, a Toyota diz que n?o prev? altera??es de cronograma na constru??o de uma nova f?brica em Sorocaba, assim como na amplia??o da capacidade produtiva da planta de Z?rate.
A empresa diz tamb?m que ainda n?o tomou decis?o sobre o cronograma de produ??o ap?s 30 de junho.

(Eduardo Laguna | Valor)

Produ��o de celulose recua 10,9% em abril, diz Bracelpa

UOL EconomiaProdu??o de celulose recua 10,9% em abril, diz Bracelpa26/05/2011Valor Online4@UOLEconomia #UOLS?O PAULO - A ind?stria brasileira de celulose produziu 1,08 milh?o de toneladas em abril, volume que ficou 10,9% abaixo do registrado em mar?o e praticamente no mesmo n?vel da quantidade produzida em igual m?s de 2010.

Nos quatro primeiros meses de 2011, a produ??o do setor alcan?ou 4,63 milh?es de toneladas, mantendo o volume de um ano antes, conforme balan?o divulgado pela Bracelpa, entidade que representa os produtores nacionais de papel e celulose.

O desempenho de abril se deu em meio a um ambiente de queda nas exporta??es e vendas dom?sticas. No m?s passado, o Brasil exportou 640 mil toneladas de celulose, 4,9% abaixo do volume de um ano antes.

Na mesma base de compara??o, as vendas internas do produto cederam 4,8%, para 119 mil toneladas.

No setor de papel, a produ??o alcan?ou 809 mil toneladas em abril, o que corresponde a uma baixa de 0,9% na compara??o anual. Em rela??o a mar?o, houve queda de 3,9% na produ??o de papel.

Segundo o balan?o da Bracelpa, as vendas dom?sticas dos produtores de papel ca?ram 4,5% na compara??o anual, chegando a 421 mil toneladas. Na dire??o oposta, as exporta??es do produto subiram 3,4%, para 183 mil toneladas.

As importa??es continuam ganhando espa?o no mercado nacional, mostrando crescimento de 20% em abril, quando 138 mil toneladas de papel foram trazidas de fora pelo Brasil.

(Eduardo Laguna | Valor)

22 maio 2011

Volks adianta produ��o do SpaceFox no Paran�

ESTELITA HASS CARAZZAI
DE CURITIBA

Depois de o governo anunciar barreiras ? importa??o de ve?culos, a Volkswagen decidiu acelerar mudan?as na linha de produ??o de sua unidade do Paran?.

Em meio a greve, concession?rias Volks temem falta de carro
Veja a p?gina de classificados de ve?culos

Essa f?brica vai incorporar a parte final da fabrica??o do SpaceFox --atualmente importado pela montadora de sua unidade na Argentina.

A mudan?a j? estava prevista, conforme funcion?rios da empresa, mas foi adiantada depois de o clima no com?rcio bilateral com o pa?s vizinho piorar.

Na semana passada, o governo suspendeu a emiss?o autom?tica de licen?as de importa??o de ve?culos e atingiu principalmente as marcas que v?m da Argentina. Ontem, parte dos ve?culos que aguardavam libera??o na fronteira foi liberada.

Segundo o coordenador da comiss?o de f?brica da unidade paranaense, Gilson Batista, a inten??o de produzir o SpaceFox no local havia sido anunciada internamente h? pouco mais de um m?s, mas n?o tinha prazo para ser posta em pr?tica.

Com a mudan?a, a carca?a do autom?vel continuar? vindo do pa?s vizinho, mas o processo de pintura e montagem ser? feito na unidade do Paran?, conforme funcion?rios da empresa.

Batista diz que j? h? funcion?rios na f?brica trabalhando na adapta??o da linha de montagem.

Segundo ele, a decis?o de trazer o SpaceFox para o Brasil foi motivada por problemas de qualidade na unidade argentina e tamb?m pelo aumento na demanda pela picape Amarok, produzida no pa?s vizinho.

Haver?, portanto, uma readequa??o nas duas unidades. N?o h? uma estimativa para o in?cio da montagem do SpaceFox no Paran?. Procurada, a Volkswagen informou que n?o comentaria.

O coordenador da comiss?o de f?brica disse que a mudan?a ? simples, mas provavelmente demandar? a contrata??o de mais funcion?rios.

A amplia??o do efetivo j? estava sendo negociada entre o sindicato e a empresa antes de os funcion?rios entrarem em greve, h? duas semanas.

GREVE

A greve na unidade paranaense, respons?vel por cerca de 25% da produ??o da Volkswagen no Brasil, entra hoje no 17? dia. Os trabalhadores querem o aumento da PLR (Participa??o nos Lucros e Resultados) proposta pela empresa.

Nos c?lculos do sindicato, cerca de 8.900 ve?culos (modelos Fox, Golf e CrossFox) deixaram de ser produzidos at? agora.

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19 maio 2011

Honda reduzirá produção em 50% e demitirá 400 empregados no Brasil

Linha de produção de carros da montadora Honda em Sumaré, no interior de São Paulo

Linha de produção de carros da montadora Honda em Sumaré, no interior de São Paulo (Divulgação)

A Honda Automóveis do Brasil informou nesta quarta-feira que, a partir de junho, reduzirá sua produção de automóveis na unidade de Sumaré (SP) de 600 para 300 unidades diárias. A fábrica – que atualmente opera em três turnos e produz os modelos Civic, Fit e City – passará a trabalhar com apenas dois. Em comunicado, a montadora informou que a decisão implicará a demissão de 400 empregados, o equivalente a 12% do efetivo da unidade. Vendedores de concessionárias da rede Honda ouvidos pelo site de VEJA temem que, dentro de um mês, haverá redução do fornecimento e problemas de abastecimento.

O ajuste terá de ser realizado, segundo a montadora, por conta dos reflexos dos desastres naturais ocorridos no Japão, no início de março, sobre a produção da unidade brasileira. Como diversos fornecedores de componentes eletrônicos tiveram sua produção afetada no país, o envio de peças ao Brasil foi prejudicado. Diante da restrição, a empresa alega que não consegue sustentar a produção nos patamares de antes do terremoto, seguido de tsunami, que assolou a costa japonesa.

A intenção de ajustar a produção já era aventada faz um mês. Em 12 de maio, o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Campinas e Região havia soltado comunicado em que relatava as discussões que vinha mantendo com a direção da montadora. Na época, os sindicalistas já alertavam para o risco de demissão.

O mesmo problema afeta a unidade brasileira da Toyota, em Indaituba (SP). No final de abril, a empresa avisou que iria cortar produção por causa da falta de peças de fornecedores do Japão.

A Honda, que não realizava este tipo de procedimento em sua operação no Brasil desde 1992, diz lamentar a medida e informa que agora estuda alternativas para os demais funcionários que estarão ociosos no período de redução da produção.

14 maio 2011

Obama: EUA aumentarão produção de petróleo para reduzir dependência

Barack Obama em Washington

Barack Obama em Washington (Chip Somodevilla/Getty Images)

Em uma estratégia para diminuir a dependência externa e reduzir os preços dos combustíveis, os Estados Unidos darão permissão para exploração de petróleo no Alasca e no Golfo do México. O anúncio foi feito neste sábado pelo presidente americano Barack Obama, em pronunciamento nacional transmitido pela TV. 

Obama pediu também que o Congresso aprove o corte de subsídios governamentais a grandes companhias de petróleo. Ele afirmou ainda que a produção americana do ouro negro em 2010 foi a mais alta dos últimos sete anos, mas que ele espera que ela aumente ainda mais. 

Segundo analistas, o pronunciamento e as medidas podem ter objetivos eleitorais, uma vez que a insatisfação dos americanos com o custo dos combustíveis pode frustrar os planos de reeleição do presidente. 

Meio ambiente – Depois do vazamento no Golfo do México do ano passado, que provocou o pior acidente ambiental da história dos EUA, Obama decretou uma moratória na exploração de petróleo no leste do Golfo. A medida deve durar até 2017, mas o presidente já afirmou que pode aumentar as concessões já feitas.

“Acredito que podemos continuar a expandir a produção de petróleo na América - mesmo se melhorarmos os padrões de segurança e ambientais", disse o presidente. Mesmo assim, como nação, deveríamos investir em fontes limpas e renováveis de energia, que são a melhor solução para os altos preços da gasolina, afirmou. Segundo Obama, a meta americana devia ser de que 80% de sua energia viesse de fontes renováveis até 2035.

11 maio 2011

Entressafra e produção de açúcar interferem em preço de álcool

Os motoristas brasileiros enfrentaram nada menos que treze semanas consecutivas de aumento do álcool anidro, aquele que é misturado na gasolina. De acordo com informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), na terceira semana de janeiro, o produto saía das usinas, sem considerar impostos, ao custo de 1,22 real por litro. No dia 22 de abril, o combustível era vendido a 2,72 reais por litro. A alta no período foi de 122%. Nas últimas semanas, o preço começou a cair e agora gira em torno de 1,88 real. O etanol hidratado, que é usado como combustível, também está em queda.

Parte desta oscilação nos preços do álcool – movimento que fez com que o governo interferisse diretamente no setor – é explicada pelo período de entressafra da cana, que acontece entre dezembro e fevereiro. Neste período, as usinas ficam paradas, o que pressiona as cotações para cima. De modo contrário, cada nova safra que entra no mercado faz os preços recuarem.

Nesta entressafra, em particular, os preços atraentes do açúcar no mercado internacional fizeram com que parte da produção de cana fosse desviada para esta finalidade, o que aprofundou a diminuição natural da oferta do biocombustível. Estima-se que cerca de 2,5 bilhões de litros de etanol deixaram de ser produzidos por conta do alimento. Uma decisão passível de crítica por ter deixado todo o povo brasileiro à espera de preços mais acessíveis nos postos de combustível? Na verdade não é tão simples quanto parece. A parte desviada para o açúcar seria o suficiente para o abastecimento de um mês e não resolveria o problema de uma oferta de etanol que cresce em ritmo inferior ao da própria demanda.

Para se ter ideia, em fevereiro deste ano, 83,2% de todos os carros vendidos no país eram flex (bicombustíveis). Soma-se a isso o fato de o setor sucroalcooleiro ter sido duramente afetado pela crise financeira de 2008, o que fez com muitos produtores adiassem projetos de novas usinas. “Não dá para sacrificar o setor considerando tão somente estes momentos. As unidades produtivas vêm mostrando uma preocupação cada vez maior de abastecimento”, aponta Ivelise Bragato, pesquisadora do Cepea. “A questão só se resolve por meio do estímulo ao aumento da produção”, diz o ex-ministro da agricultura Reinhold Stephanes. Enquanto isso, os estoques inexistem e há dificuldade para formá-los. “Vai levar de dois a três anos até o mercado se regularizar”, acrescenta.