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22 maio 2011

Presidente de Honduras assina acordo que permite volta de Zelaya

O presidente deposto de Honduras Manuel Zelaya pode voltar ao país com todas as garantias e direitos, assegurou neste domingo seu sucessor, Porfirio Lobo, ao chegar em Cartagena (Colômbia) para fechar tal acordo.

"O presidente Zelaya pode ir a Honduras e vai gozar dos direitos e garantias que a Constituição concede", disse Lobo. "Por parte do estado, não há nenhum tipo de perseguição contra ninguém".

Lobo explicou que a Suprema Corte da Justiça hondurenha anulou todos as acusações contra Zelaya.

"Tanto a Promotoria do Estado como a Procuradoria Geral da República desistiram de apresentar qualquer apelação a estas decisões da Corte, de forma que os julgamentos estão totalmente anulados", acrescentou Lobo.

Em relação às garantias e à proteção que Zelaya deve ter em Honduras, o atual presidente disse: "Qualquer ex-presidente de Honduras tem direito a isso, e nós garantimos com toda a responsabilidade porque foram eleitos pelo povo e merecem o nosso respeito".

Zelaya foi deposto e deportado no dia 28 de junho de 2009 por uma aliança político-militar-empresarial, que motivou a suspensão de Honduras da Organização dos Estados Americanos (OEA), que exige como requisito a reabilitação e o retorno do ex-presidente.

Lobo chegou nesta cidade caribenha às 13h20 horas locais (15h20 em Brasília) para fechar um acordo com Zelaya, que além de permitir o regresso do ex-presidente, possibilita a reintegração do país na OEA, segundo informou a Presidência da Colômbia.

A cerimônia contou com a presença do presidente colombiano Juan Manuel Santos e do chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, assim como de representantes dos dois países mediadores do acordo.

(Com Agência Frace Presse)

09 maio 2011

Novo game permite repetir missão que matou bin Laden

Tarja para o tema Osama bin Laden

Uma semana depois da morte de Osama bin Laden por forças especiais americanas, os fanáticos por games já podem repetir a operação militar que eliminou o homem mais procurado do planeta. No sábado, a desenvolvedora de jogos Kuma Games disponibilizou um jogo de ação em que a missão é assassinar o terrorista (assista às cenas no vídeo abaixo). Trata-se de uma atualização do jogo on-line Kuma War, lançado em 2004, que recria momentos da Guerra ao Terror empreendida pelos Estados Unidos.

O jogo utilizou as informações divulgadas publicamente acerca da operação em Abbottabad. O curioso é que ele permite que o jogador assuma o lado da Al Qaeda e lute contra os americanos. Em entrevista ao site da revista americana Forbes, Keith Halper, CEO da Kuma Games, disse que o jogo buscou respeitar os sacrifícios dos soldados americanos. “Ao contar esta história em um game, um meio tão poderoso, esperamos possibilitar ao público americano uma melhor compreensão dos conflitos e dos perigos que eles correm”, diz Halper.