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05 junho 2011

Tropas de Israel matam 20 pessoas em fronteira com Síria

Manifestantes se protegem de disparos israelenses. Tropas tentavam encerrar protesto na fronteira síria

Manifestantes se protegem de disparos israelenses. Tropas tentavam encerrar protesto na fronteira síria (Menahem Kahana/AFP)

Pelo menos 20 pessoas morreram e 325 ficaram feridas, neste domingo, quando forças de segurança israelenses abriram fogo na fronteira síria para dispersar um protesto pró-palestinos. A manifestação marcou o aniversário da derrota árabe na Guerra dos Seis Dias, em 1967, informou a TV estatal da Síria.

Centenas de pessoas que agitavam bandeiras palestinas e sírias tentaram cortar uma cerca de arame farpado próxima a um campo de minas, perto da cidade de Majdal Shams, em Golã. Israel havia se comprometido a evitar neste domingo a repetição de um episódio semelhante, ocorrido no mês passado, em que diversos manifestantes cruzaram a fronteira. Na ocasião, mais de dez pessoas morreram. 

Israel conquistou as Colinas de Golã da Síria em 1967, junto com a Cisjordânia, o leste de Jerusalém e a Faixa de Gaza.

Síria - Em incidentes separados, pelo menos 38 pessoas morreram entre sábado e domingo na região de Jisr al Chughur, no noroeste do país. De acordo com o grupo Observatório Sírio de Direitos Humanos, que tem sede em Londres, elas foram vítimas da repressão do regime do ditador Bashar Assad. Mais de 1.000 pessoas já morreram desde o início dos protestos contra o governo da Síria, em meados de março.

(Com agências France-Presse e Estado)

29 maio 2011

Bombas matam 10 no dia da posse do presidente da Nigéria

O novo presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, toma posse em Abuja

O novo presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, toma posse em Abuja (AFP)

Pelo menos dez pesssoas morreram vítimas de um atentado cometido em um mercado localizado dentro de uma base militar em Bauchi, no norte da Nigéria, horas depois da posse, na capital Abuja, do novo presidente nigeriano, Goodluck Jonathan. Segundo a polícia, foram três explosões provocadas por bombas artesanais. Um segundo ataque nos arredores da capital nigeriana também deixou feridos.

Eleito com 59% dos votos no mês passado, Goodluck Jonathan tomou posse neste domingo com o desafio de promover reformas e tentar sanar divisões regionais no país mais populoso da África.

Apontada a mais justa eleição das últimas décadas no país, a eleição de Jonathan evidenciou as divisões religiosas e étnicas da Nigéria. Cristão do sul do país, Jonathan foi vitorioso em sua região natal, mas seu rival, o ex-ditador militar Muhammadu Buhari, teve ampla vantagem no norte do país, de maioria muçulmana. Buhari contesta os resultados da eleição e foi um dos poucos ex-chefes de Estado ausentes da cerimônia de posse deste domingo.

Desde o anúncio da vitória de Jonathan, cerca de 800 pessoas foram mortas em tumultos e conflitos sectários em cidades do norte. De acordo com a entidade Human Rights Watch, casas, igrejas e mesquitas foram destruídas.