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29 maio 2011

Barclays avalia compra de banco espanhol

O banco Barclays PLC está avaliando planos para comprar um dos bancos regionais da Espanha, se o governo espanhol concordar em assegurar o Barclays contra perdas do histórico portfólio do banco, disse o jornal Sunday Times, sem citar fontes.

O jornal informa que o Barclays não está em conversas ativas sobre qualquer acordo no momento, mas diz que o executivo-chefe Bob Diamond teve uma reunião com o primeiro-ministro José Luis Rodriguez Zapatero, na terça-feira, e perguntou se o governo espanhol estaria disposto a oferecer garantias ao Barclays se o banco se candidatasse a comprar uma das cajas que passam por dificuldades.

O Banco da Espanha estima que 12 bancos tenham de levantar um total de 15,15 bilhões de euros. A Espanha deu aos bancos até setembro para cumprir as novas exigências mínimas de capital. O Barclays não quis comentar a questão.

28 maio 2011

Banco do Brasil pede autoriza��o para atuar como banco comercial no Uruguai

UOL EconomiaBanco do Brasil pede autoriza??o para atuar como banco comercial no Uruguai28/05/2011EFE - Economia4@UOLEconomia #UOLRio de Janeiro, 28 mai (EFE).- O Banco do Brasil (BB) solicitou autoriza??o para operar como banco comercial no Uruguai, tanto diretamente, como atrav?s do argentino Banco Patag?nia, do qual ? controlador, segundo porta-vozes da institui??o financeira citados neste s?bado pela "Ag?ncia Brasil".

Segundo a ag?ncia estatal, o BB solicitou as autoriza??es ao Banco Central e ao Minist?rio da Fazenda do Uruguai e pretende transformar o escrit?rio financeiro que j? tem em Montevid?u em um banco comercial.

Al?m disso, tamb?m almeja transformar o Patag?nia Uruguai, subsidi?rio do Patag?nia argentino e que opera em Ciudad del Este como "institui??o financeira externa" em outro banco comercial.

"Temos um grande potencial de atua??o banc?ria nessas duas pra?as. Sempre confiamos na integra??o regional", afirmou o vice-presidente comercial do Banco Patag?nia, Carlos N?brega Pecego, em declara??es ? "Ag?ncia Brasil".

O interesse do BB em ter ag?ncias comerciais tanto em Montevid?u quanto em Punta del Este foi divulgado a dois dias da visita oficial que a presidente Dilma Rousseff realizar? ao Uruguai.

O banco brasileiro pretende oferecer seus servi?os ?s cerca de 60 empresas que operam no Uruguai e a diferentes clientes em Punta del Este, que conta com uma importante rede hoteleira e tur?stica e atrai todo o ano in?meros turistas brasileiros e argentinos.

Os planos do Banco Patag?nia para expandir sua atua??o no Uruguai com uma participa??o de capital de US$ 7 milh?es para ampliar seus servi?os e sua base de clientes j? tinham sido anunciados neste m?s em comunicado ? Bolsa de Buenos Aires.

O Banco do Brasil iniciou sua internacionaliza??o no ano passado, com a aquisi??o de 51% do Banco Patag?nia por US$ 479,6 milh?es.

Em maio, anunciou a compra por US$ 6 milh?es do capital total do banco americano EuroBank, uma pequena institui??o com opera??es no na Fl?rida, como parte de sua estrat?gia para expandir suas opera??es nos Estados Unidos.

A expans?o do Banco do Brasil tamb?m prev? a abertura de novos escrit?rios em outros pa?ses, primeiro na Am?rica Latina e depois na ?sia e ?frica.

Banco do Brasil ser� agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida, anuncia ministra

UOL EconomiaBanco do Brasil ser? agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida, anuncia ministra27/05/2011InfoMoney4@UOLEconomia #UOLSÃO PAULO – O Banco do Brasil vai se tornar agente financeiro do programa Minha Casa, Minha Vida a partir de 2012, anunciou nesta sexta-feira a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Em reunião com empresários, a ministra afirmou que o banco deve trabalhar no decorrer deste ano para montar a estrutura necessária para atuar com o programa habitacional, o que deve exigir um esforço conjunto com o governo. “Nós vamos ter que nos desdobrar para não transformar a entrada do banco em um peso”, disse, conforme publicado pela Agência Brasil.

Atuação
O Banco do Brasil vai operar de forma complementar à Caixa Econômica Federal, principalmente no financiamento de empreendimentos às famílias com renda até três salários mínimos.

Para estas famílias, explicou a ministra, as unidades habitacionais terão preço de R$ 59.940 na segunda fase do programa, contra os R$ 42 mil da primeira fase.

Os imóveis ainda terão mais qualidade no acabamento e serão mais amplos, aumentando acessibilidade dos deficientes físicos.

BB pede autoriza��o para atuar como banco comercial no Uruguai

O Banco do Brasil j? apresentou os pedidos de autoriza??o ao Banco Central e ao Minist?rio da Fazenda do Uruguai para transformar o escrit?rio financeiro de Montevid?u em banco comercial.

O Banco Patag?nia, do qual o BB det?m 51% das a??es, tamb?m solicitou a chancela das autoridades uruguaias para transformar seu instituto financeiro para estrangeiros (IFE), que opera em Punta del Este, em banco comercial.

O vice-presidente Comercial do Banco Patag?nia, Carlos N?brega Pecego, disse ? Ag?ncia Brasil que v? "grande potencial de atua??o banc?ria nas duas pra?as, sempre acreditando na integra??o regional". Afinal, j? tem mais de 60 empresas brasileiras atuando no pa?s vizinho, e Punta del Este - a 130 quil?metros da capital, Montevid?u --disp?e de grande rede hoteleira e de turismo bem desenvolvido.

Pecego evitou qualquer proje??o sobre o tempo que levar? para as duas institui??es conseguirem autoriza??o de funcionamento. Circulam informa??es, contudo, desde a semana passada, de que a tramita??o normal na autoridade monet?ria do Uruguai leva de tr?s a quatro meses. Daria tempo, portanto, para o BB come?ar a operar como banco comercial, em Montevid?u e em Punta del Este, ainda este ano.

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19 maio 2011

Cartão vermelho para Marcelinho: ex-jogador anuncia que vai assumir como deputado mas volta para o banco

Marcelinho Carioca discursa durante convenção do PSB para oficializar os nomes às eleições 2010

Marcelinho Carioca discursa durante convenção do PSB para oficializar os nomes às eleições 2010 (Ayrton Vignola / Agência Estado)

“O que houve foi um grande mal-entendido. Há 15 dias comuniquei que iria precisar de uma operação para tratar de uma diverticulite e uma pedra na vesícula, mas que só iria fazer quando o médico me pedisse, não agora. Ele está querendo me dar um cartão vermelho”, reclamou Alberto Camarinha

Marcelinho Carioca tirou o blusão, fez o aquecimento, saltitou na beira do campo, ajeitou o meião é... voltou para o banco. O ex-jogador, que conquistou a vaga de segundo suplente do deputado Abelardo Camarinha (PSB-SP), chegou a anunciar que finalmente faria sua estreia no campo do Poder Legislativo no próximo dia 19. Mas esqueceu de combinar “com os russos”: o ex-craque não entendeu que o afastamento de Camarinha para um tratamento médico vai ocorrer apenas quando o médico mandar – e, obviamente, o PSB concordar.

Na terça-feira, assessores do jogador chegaram a divulgar que o ‘Pé de Anjo’ tomaria posse nesta quinta-feira, através de uma nota na qual Marcelinho declarou: “O dia 19 de maio é muito marcante na minha vida, pois é o aniversário do meu pai, o falecimento de minha mãe e agora será o início de uma trajetória que eu espero que seja tão ou mais vitoriosa do que a que tive como jogador de futebol”, disse, na terça-feira, sem saber que teria mais um desgosto na data.

O jeito foi voltar para o banco. E assumir o mico. Procurado pelo site de VEJA, Marcelinho disse que não vai se pronunciar sobre o assunto. Através de sua assessoria, limitou-se a informar que teve uma reunião com o presidente estadual do PSB de São Paulo, Marcio França, para discutir o assunto e que é “um soldado do partido a serviço do Brasil”.

A exclusão de Marcelinho da seleção da Câmara dos Deputados fez com que Abelardo Camarinha criasse outra piada usando metáfora futebolística: “No centenário, o Corinthians vai continuar sem deputado”, declarou, referindo-se aos ex-jogadores Vampeta e Dinei, que também não conseguiram votação suficiente no mesmo pleito.

Com 62.399 mil votos recebidos nas últimas eleições, ele seria o segundo na ‘súmula’. Mas deu um passo à frente quando o primeiro suplente, Márcio França, foi nomeado Secretario de Turismo de São Paulo.

Abelardo Camarinha explica a confusão: “O que houve foi um grande mal-entendido. Há 15 dias comuniquei que iria precisar de uma operação para tratar de uma diverticulite e uma pedra na vesícula, mas que só iria fazer quando o médico me pedisse, não agora. Ele está querendo me dar um cartão vermelho”, reclamou o atual deputado em tom de brincadeira.

17 maio 2011

Queda na expansão agrícola é causa da alta dos preços, diz Banco Mundial

Alimentos

Para Thomas, é preciso uma coordenação internacional para dinamizar a produção mundial (Blue Jean Images)

"Pela primeira vez nos últimos dez anos, o crescimento da produtividade agrícola foi mais lento que o crescimento populacional", diz Vinod Thomas, diretor-geral do Bird

O diretor-geral e vice-presidente sênior do Banco Mundial (Bird), Vinod Thomas, afirmou nesta terça-feira que o principal causador da pressão de preços nos alimentos no mundo é o declínio do ritmo de crescimento da produtividade agrícola. "Pela primeira vez nos últimos dez anos, o crescimento da produtividade agrícola foi mais lento que o crescimento populacional", declarou Thomas, em evento sobre os Brics promovido pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela prefeitura do Rio de Janeiro.

Segundo ele, as regiões mais afetadas são África e Ásia, mas o Brasil também sofre com o problema – embora esteja em situação melhor do que a destes dois continentes. "O problema do aumento da produtividade é global, não apenas da África e da Ásia, mas da América Latina. Isso porque os investimentos das últimas décadas foram direcionados para a área urbana e para a indústria", afirmou.

Subsídios – De acordo com Thomas, houve investimento na área agrícola, porém menos em alimentação e mais no setor de commodities. Na avaliação dele, os principais inibidores de um avanço mais significativo da produtividade agrícola são os subsídios dados por países europeus e os Estados Unidos à produção de alimentos. "Os subsídios de 150 bilhões de dólares para alimentos, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, prejudicam os investimentos para melhorar a produtividade na África e na América Latina", disse. Ele avalia que é preciso uma coordenação internacional para resolver o problema.

O diretor-geral do Bird afirmou que, embora o Brasil não tenha melhorado o suficiente a produção agrícola nas últimas décadas, agora tem uma boa oportunidade de fazê-lo. "O Brasil é um dos países em melhor situação para enfrentar este problema porque, assim como a Rússia, tem uma grande área cultivável e, além disso, os investimentos em pesquisa têm sido direcionados para aumentar a produtividade", disse.

(com Agência Estado)