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25 maio 2011

Wall Street fecha em queda ap�s baixo volume de neg�cios

UOL EconomiaWall Street fecha em queda ap?s baixo volume de neg?cios24/05/2011AFP - Economia4@UOLEconomia #UOLNOVA YORK, 24 Mai 2011 (AFP) -A Bolsa de Nova York encerrou o preg?o desta ter?a-feira em queda, com investidores cautelosos diante da divulga??o de indicadores ruins: o Dow Jones perdeu 0,19% e o Nasdaq, 0,46%.

Segundo cifras definitivas, o Dow Jones Industrial Average sofreu queda de 25,05 pontos, a 12.356,21, e o Nasdaq retrocedeu 12,74 pontos, a 2.746,16. O ?ndice ampliado Standard & Poor's 500 caiu 0,08% (1,09 ponto), a 1.316,28 unidades.

"O mercado n?o apresenta bom desempenho desde o in?cio do m?s", constatou Mace Blicksilver, de Marblehead Asset Management.

A Bolsa abriu nesta ter?a-feira em alta, mas perdeu impulso logo de in?cio, influenciada pela publica??o dos indicadores americanos.

O ?ndice sobre a atividade manufatureira na regi?o de Richmond (leste) mostrou uma baixa em abril depois de sete meses de progress?o, alinhado com outros indicadores decepcionantes vindos do Fed (Banco Central dos EUA), publicados anteriormente.

Segundo o departamento de Com?rcio americano, as vendas de casas novas nos Estados Unidos aumentaram em abril pelo segundo m?s consecutivo, um pouco mais do que previam os analistas. Contudo, os mercados n?o prestam mais tanta aten??o a este indicador como antes da crise, dizem os especialistas.

Uma recupera??o dos mercados de mat?rias-primas, em particular do petr?leo e dos metais preciosos, impediu uma queda mais acentuada nos preg?es desta ter?a-feira.

Os analistas explicam que a crise da d?vida europeia tem interferido no ?nimo dos investidores, mas a recente alta do euro provocou uma calma moment?nea sobre o assunto.

No mercado obrigat?rio, o rendimento do b?nus do Tesouro com vencimento para 10 anos retrocedeu a 3,123%, contra 3,134% na segunda-feira. O b?nus com vencimento para 30 anos recuou a 4,259%, contra 4,274% na v?spera.

16 maio 2011

Brasil e China formarão grupo para intensificar negócios

Cédulas de yuan, moeda chinesa

Além do BRICS, Brasil e China querem formar um bloco dentro do bloco (Vincent Yu/AP)

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior, Fernando Pimentel, afirmou nesta segunda-feira que o Brasil e a China formarão um grupo técnico para intensificar as relações entre os dois países. A expectativa de Pimentel, que propôs o grupo ao colega chinês, Chen Deming, em almoço realizado nesta segunda-feira, é que os trabalhos comecem já no próximo mês.

"O ministro conhece profundamente as questões do comércio brasileiro. Sugerimos a comissão, ele aceitou e acha que as relações comerciais entre os dois países vão se intensificar muito nos próximos anos", relatou Pimentel. "Vamos precisar de muita agilidade", acrescentou.

Para o ministro brasileiro, é possível estimar a entrada de 8 bilhões de dólares em investimentos chineses apenas este ano no Brasil. Sua afirmação tem base em informações do governo asiático."Estamos com muitas consultas", disse.

Pimentel informou ainda que a empresa Sany já entrou em contato com uma prefeitura do sul de Minas Gerais para investir 200 milhões de dólares em máquinas e equipamentos pesados. "A companhia deve vir de olho na cadeia produtiva da Petrobras, do pré-sal, pois são máquinas de grande porte e escavadeiras profundas", citou.

Trata-se de mais um passo no estreitamento de relações com a China. No começo de abril, o Export-Import Bank of China anunciou um fundo em yuans, de valor equivalente à um bilhão de dólares, cujo objetivo é investir na América Latina.

(com Agência Estado)