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28 maio 2011

R�mel para cabelo e creme para aumentar seios s�o novidades de feira

L?GIA MENEZES
COLABORA??O PARA A FOLHA

Terminaram nesta quinta-feira (26), em S?o Paulo, duas das maiores feiras do setor de cosmetologia e tecnologia: a FCE Cosmetique (Exposi??o Internacional de Tecnologia para a Ind?stria Cosm?tica) e a FCE Pharma (Exposi??o Internacional de Tecnologia para a Ind?stria Farmac?utica).

Os dois eventos reuniram 600 marcas nacionais e internacionais. Para as micro e pequenas empresas, foi o momento de garimpar mat?ria-prima e mapear novos cosm?ticos para oferecer em perfumarias e drogarias.

As novidades abrangeram r?mel para baixar o "frizz" do cabelo, creme que aumenta os seios em 2 cm, c?psulas de maquiagem, base com utilidade m?ltipla (hidrata??o facial, "lifting", efeito antirrugas e protetor solar) e spray para retocar a cor da raiz dos cabelos.

A feira n?o foi focada apenas no p?blico feminino. "O p?blico masculino se tornou forte nicho do mercado e contou tamb?m com novidades", diz Amorim.

Investir em novidades, no entanto, n?o ? o suficiente. ? preciso garantir qualidade, diferencia??o, agilidade e bom relacionamento com os clientes, avalia Gabriel Bianco, gerente t?cnico da Pharmacontrol.

O laborat?rio de controle de qualidade conta com 18 colaboradores e tem faturamento mensal de R$ 100 mil.

A Pharmacontrol faz parte de um nicho que movimentou R$ 36,2 bilh?es no Brasil em 2010, segundo a IMS Health, consultoria do setor.

O segmento de cosm?ticos, higiene pessoal e perfumaria, de acordo com a Abihpec (Associa??o Brasileira da Ind?stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm?ticos), vendeu R$ 27,5 bilh?es no ano passado.

Esses setores devem manter crescimento de 13,2% neste ano devido ao ingresso de novos consumidores levados pela expans?o econ?mica, explica L?gia Amorim, diretora-geral da N?rnbergMesse Brasil, empresa respons?vel pelo evento.

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09 maio 2011

Proibir o cigarro pode aumentar o desejo de fumar

Fumantes pode se sentir encorajados a fumar diante de sinais de proibição ao cigarro

Fumantes pode se sentir encorajados a fumar diante de sinais de proibição ao cigarro (Ryan McVay/ Thinkstock)

Sinais de “É Proibido Fumar” podem, ao contrário do que se pretende, estimular o fumo. Foi este o resultado da pesquisa apresentada no encontro anual da Sociedade Britânica de Psicologia, em Glasgow, Escócia, que terminou na última sexta-feira.

De acordo com Brian Earp, mestrando da Universidade de Oxford e responsável pela pesquisa, as restrições fazem com que os fumantes, instintivamente, pensem e desejam o cigarro. É o que os cientistas chamam de efeito irônico. “Efeitos irônicos ocorrem quando transmitimos uma informação através de negações. Quando eu digo para você não pensar em um elefante rosa, por exemplo, eu faço com que você imagine, justamente, um elefante rosa”, explica Earp.

A pesquisa expôs um grupo de fumantes a uma série de fotografias, algumas das quais traziam sinais da proibição do fumo. Em seguida, os mesmos voluntários tiveram suas reações a novas imagens monitoradas através de um joystick. No teste, muito utilizado para monitorar tendências instintivas, empurrar o joystick indica repulsa e puxá-lo para perto de si representa aceitação e desejo.

Como resultado, os participantes  se sentiram mais atraídos, no teste do joystick, a imagens relacionadas ao fumo, como cigarros e cinzeiros. Para Earp, a descoberta tem muitas implicações na vida cotidiana: “Muitas advertências públicas são feitas em formas negativas, como ‘diga não às drogas’, ‘se beber, não dirija’ e ‘não fume’. Acredito que todos esses avisos de ‘não faça’ podem tornar mais desejáveis aquilo que pretendem proibir.”