Mostrando postagens com marcador ajuda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ajuda. Mostrar todas as postagens

05 junho 2011

Governador de Roraima decreta estado de calamidade pública e pede ajuda da União

O governador de Roraima, José de Anchieta Júnior, decretou, neste domingo, estado de calamidade pública em decorrência das fortes chuvas na região. Ele deve se encontrar amanhã com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra de Souza, para solicitar o auxílio do governo federal. Entre os pedidos estará a doação de 300 toneladas de alimentos não perecíveis para atender às pessoas atingidas pelas chuvas.

De posse de um relatório elaborado pelo Gabinete de Prevenção e Gestão de Desastres, Anchieta mostrará imagens em vídeo e fotografias das regiões. O estado de Roraima já solicitou apoio da Aeronáutica e do Exército para ajudar em operações na localidade.

A principal preocupação do governo estadual é o nível das águas do rio Branco, que estava no sábado 9,60 metros acima do normal. Se o nível subir um pouco mais, ultrapassará o limite da última grande cheia, registrada em 1976, quando chegou a 9,80 metros acima do normal.

Por causa do aumento das águas do rio Branco, o tráfego na BR-174 está parcialmente interditado desde a sexta-feira. Segundo informações da agência estadual de notícias, publicadas no portal eletrônico do governo de Roraima, a estrada que liga Roraima ao Amazonas e à Venezuela foi vistoriada por técnicos da Defesa Civil e engenheiros da empresa responsável por obras recentes de reconstrução da rodovia. Após a análise, os especialistas recomendaram a interdição total da via por um trecho de aproximadamente dois quilômetros, no município de Caracaraí.

"Sobrevoamos toda a bacia do rio Branco na localidade de Caracaraí e há perigo iminente do rompimento da rodovia 174", afirmou o vice-governador Chico Rodrigues, segundo a agência de informações do governo estadual.

(Agência Estado)

22 maio 2011

Cliente estrangeiro ajuda a reduzir custo

Distribuidores e clientes nos pa?ses para os quais os produtos s?o enviados podem ser grandes parceiros em ?poca de crise cambial.

Foi negociando com um de seus compradores que Raquel Cruz, 42, dona da f?brica de cosm?ticos Feiti?os Arom?ticos, p?de reduzir custos no processo de exporta??o.

A empres?ria tem dois clientes na Europa -um em Portugal e outro na Espanha-, para os quais fazia seis remessas anuais. Com a crise financeira, os pre?os dos produtos come?aram a subir.

Exporta??o de pequena e microempresa sobe 62%

Cruz combinou ent?o a redu??o do n?mero de remessas para cortar gastos: a companhia portuguesa, que tem opera??es no Brasil, exporta os produtos e os repassa para o cliente espanhol.

"Reduzimos os custos de exporta??o diminuindo para tr?s remessas anuais e fazendo a opera??o por interm?dio do cliente. Pudemos manter pre?o e volume de vendas", diz Cruz, que tem nos planos aumentar o investimento em exporta??o a partir de 2012.

Buscar parcerias no pa?s de destino ? recomendado pelo consultor Batista Gigliotti, da Fran Systems, consultoria de estrat?gia e desenvolvimento de neg?cios. Para ele, o contato com distribuidores locais ? fundamental para quem pretende, al?m de exportar produtos, montar um neg?cio em outro pa?s.

INCENTIVO

Outra dica do consultor ? buscar programas governamentais de apoio e financiamento para exporta??es.

A Folha levantou tr?s iniciativas do governo que visam incentivar micro e pequenas empresas que queiram ir para o exterior (veja mais no quadro abaixo).

A Apex-Brasil, por exemplo, oferece aux?lio a diversos setores, com qualifica??o de empres?rios e promo??o comercial em outros pa?ses.

J? o Proex (Programa de Financiamento ?s Exporta??es), operado pelo Banco do Brasil, oferece ?s empresas financiamento e equaliza??o, arcando com parte dos encargos financeiros incidentes, "de forma a tornar as taxas de juros equivalentes ?s praticadas internacionalmente".

H? ainda o PSI-SW (Projeto Setorial Integrado de Software e Servi?os), destinado ao apoio ? exporta??o de softwares e produtos ligados ? ?rea. O projeto oferece servi?os como consultoria e pesquisa de mercado.

Anderson Spier, s?cio da Cal?ados Biondini, afirma utilizar cartas de cr?dito do Proex para tornar seu produto mais competitivo l? fora.

"Eu recebo o dinheiro logo que envio a mercadoria, sem precisar aguardar a chegada do produto na empresa do comprador", diz Spier.

As exporta??es representam 12% de seu faturamento. Os planos s?o aumentar esse n?mero para 25% neste ano.

16 maio 2011

Ministros das finanças da UE aprovam pacote de ajuda a Portugal

O dinheiro virá do FMI, do Mecanismo de Estabilidade Financeira (União Europeia) e da Linha de Estabilidade Financeira Europeia (zona do euro)