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05 junho 2011

Cinzas de vulcão chileno causam transtorno em Bariloche

 

Nuvem de cinzas proveniente do vulcão Puyehue, 870 quilômetros ao sul de Santiago (Claudio Santana)


As cinzas vindas do vulcão Puyehue, no Chile, que entrou em erupção no sábado, já pararam de cair. Contudo, a nuvem continuou afetando a cidade argentina de Bariloche neste domingo, provocando transtornos aos moradores e mantendo fechado o aeroporto local, informaram autoridades regionais.


"Uma leve garoa tem ajudado a evitar o voo das cinzas", disse neste domingo numa coletiva de imprensa o prefeito de Bariloche, Marcelo Cascon. A nuvem de cinzas chegou a Bariloche ainda no sábado, e, segundo fontes locais, cobriu toda a cidade e zonas rurais próximas.


"Estamos tentando evitar a circulação de carros e pedimos que as pessoas permaneçam em suas casas com as portas e janelas fechadas para evitar a entrada das cinzas", disse o secretário de Comunicação de Bariloche, Carlos Hidalgo, ao canal de TV local, TN. Segundo Hidalgo, houve uma "forte queda de cinzas como se fosse uma nevada, que deixou a cidade de uma cor só".


O vulcão chileno fica a 100 quilômetros de Bariloche e, segundo fontes argentinas, também foram afetadas cidades próximas, como Villa La Angostura, que faz fronteira com o Chile.


(Com Agência France-Presse)

24 maio 2011

Vulcão da Islândia provoca o cancelamento de 500 voos

Passageiros dormem no aeroporto de Edimburgo, na Escócia, esperando por seus voos

Passageiros dormem no aeroporto de Edimburgo, na Escócia, esperando por seus voos (Stringer/AFP)

A Agência Europeia para a Segurança da Navegação Aérea, a Eurocontrol, anunciou o cancelamento de 500 voos no continente nesta terça-feira devido à nuvem de cinzas expelida pelo vulcão islandês Grimsvotn. Milhares de passageiros, principalmente na Escócia, foram impedidos de voar pelo mesmo motivo que obrigou o presidente americano, Barack Obama, a antecipar sua saída da Irlanda rumo a Londres na segunda-feira. "A nuvem chegou na Escócia e na Irlanda do Norte", explicou o chefe de operações da Eurocontrol, Brian Flynn. "Até o fim do dia, a nuvem deve alcançar o sul da Escandinávia, a Dinamarca e parte do norte da Alemanha. Depois, deve continuar para o sul e alcançar primeiro a França e depois a Espanha, mas é difícil saber quando", acrescentou.Espaço aéreo - Entretanto, a Comissão Europeia anunciou nesta terça que não prevê o fechamento de uma grande área do espaço aéreo da União Europeia. “Os passageiros das companhias aéreas devem se preparar para uma semana muito difícil na Europa", declarou à imprensa o ministro dos transportes, Siim Kallas. “No entanto, não nos anteciparemos fechando uma grande parte do espaço aéreo como no ano passado".Já a Agência de Meteorologia Islandesa apontou que a nuvem de cinzas continuou diminuindo durante a noite e a madrugada."A erupção é muito mais fraca do que no primeiro dia, no sábado", disse uma porta-voz da agência.A autoridade finlandesa de aviação, Finavia, considerou que a densidade da nuvem era muito reduzida para atrapalhar o tráfego aéreo. A Noruega, afetada pelas cinzas na manhã de terça-feira, apenas registrou perturbações menores e voltou com as atividades normais desde a tarde.Com medo de um caos aéreo como o do ano passado, quando a erupção de outro vulcão islandês fechou o espaço aéreo de boa parte da Europa por quase um mês, as autoridades aéreas europeias reiteraram que o espaço aéreo deve permanecer aberto. O vulcão Grimsvotn, o mais ativo da Islândia, registrou no sábado passado a erupção inicial mais violenta dos últimos cem anos, provocando uma imensa nuvem de cinzas.